Hoje quero compartir com vocês um assunto que nem todos vão entender, imagino. Vamos falar sobre a maternidade. Portanto, leitor amigo, se você é homem, tenha certo que ser pai é diferente de ser mãe. E segundo, pode ser neurose minha, mas ser mãe não é apenas parir, dar comida e todas estas coisinhas. Essa pra mim é a parte trabalhosa, porém fácil. O complicado, do meu ponto de vista, é que ser mãe envolve sentimentos de frustração por não saber como proteger e garantir 100% o futuro do meu filho.
Ao mesmo tempo que me preocupo tanto com o futuro dele, em outros pontos dou liberdade. Deixo ele sair (de dia) para ir sozinho ao colégio, ao campo de futebol, no mercadinho e em alguns outros lugares que possa ir a pé. Além disso permito que veja filmes polêmicos, como foi o caso de uma série do Netflix, em que uma menina se suicidava e contava o motivo pelo qual tinha chegado a esse ponto. Vimos esta série juntos em família, debatendo as questões que apareciam e algumas vezes inclusive sinalizando com exemplos de nossas vidas, afinal eu e o pai, já fomos jovens e passamos por muitas. Compreendo que algumas pessoas podem dizer que estamos antecipando fases, permitindo que meu filho veja e saiba de coisas duras da vida. Sim, pode ser, mas sempre preferi conhecer e dar a conhecer com o apoio familiar.
Eu não tive esse apoio familiar e aprendi na rua, na vida. Nem tudo foi gracioso, nem tudo aprendi em seu momento, algumas coisas aprendi muito cedo e outras muito tarde e, ao aprender na rua, com pessoas que se diziam amigos… também passei por situações de bulling. Em casa ele aprende, argumenta, escuta opiniões (eu e o pai nem sempre concordamos, muitas vezes temos ideias diferentes) e ele próprio chega a conclusões para a vida, com base em uma relação de confiança e amor.
Outro dia preocupada com o futuro do meu filho, me fechei no quarto e chorei muito. Ele me pegou nesse momento e não me deixou em paz até saber o motivo de tanto choro. Não gosto de mentir, nem de esconder coisas dele e contei:
– Filho, eu cometi um erro grave e por isso perdi uma coisa muito importante para o seu futuro, que te ajudaria e que poderia ser uma base para você.
Ele nesse momento me abraçou e disse:
– Mãe, quantas vezes eu errei? – tentei interromper para explicar que meu erro não era como os erros de uma criança, mas ele não permitiu, disse que era sua vez de falar, e seguiu: – Mãe, eu ja errei muitas vezes e todas as vezes que falhei no futebol ou numa prova o que você sempre me falou é que com os erros aprendemos. Então? Você aprendeu com seu erro?
Chorando respondi com a cabeça que sim e completei. – Filho, meu erro é erro grave e de adulto, pois vai impactar no nosso futuro e numa coisa que eu queria deixar para você, mas não poderei. Eu calculei mal e fiz um investimento errado e perdi um dinheiro que serviria para o seu futuro, para a sua faculdade, para a sua vida.
Nessa hora ele me olhou serio, pensou e falou. – Você tá assim por dinheiro? Mas eu não te pedi dinheiro, eu quero meu pai e minha mãe. Dinheiro eu terei o meu.
E me abraçou e pediu para não chorar e esquecer, que já era passado.
Parei de chorar naquele momento, mas a verdade é que ainda me martirizo pelo que aconteceu e sigo sofrendo pelo futuro dele. Agora, nesse exato momento ele chega de um partido de futebol e me conta as conquistas e perdas e junto com elas as dores físicas. Comemoro com ele, mas no fundo do meu coração já percebo, a angústia que aperta o peito e me corta a respiração e com isso, volto a sofrer pelo futuro dele, sem saber se ele vai conseguir conquistar os seus sonhos….

No Brasil deixei de fumar, depois voltei, tornei a deixar e assim levava a vida. Um dia de cerveja fumava, depois ficava dias sem um cigarro e sempre tranquila. Quando estava para me mudar para a Espanha, nervosa com tudo o que tinha por fazer, fumava 1 carteira ao dia e me prometi que não fumaria aqui na Espanha. Oh, que bobinha fui.
Limpo em mim as memórias que compartilho com todos os que vão ler este texto. Eu sou Roseana F. S. e eu vejo e escrevo a cada um de vocês com os olhos do amor.


Uff, escribir dos posts en uno mismo día en castellano, no és fácil. Pero, no desistir és uno de mis lemas, y si tengo que hacer… lo haré.

Muy bien, ayer me toco ser la dueña de la televisión y busqué una serie en Movistar y la encontré; El día de mañana. Esta es una serie que retrata Barcelona de la época Franquista, cuando en 1966 llega a Barcelona Justo Gill, con su enferma madre. Él buscaba trabajo y tratamiento para su madre y se vislumbra con una Barcelona muy distinta del pequeño pueblo donde vivia. La serie pasa en um momento histórico muy importante da España, y muy poco conocido, los 10 últimos años de la era del dictador Franco, Justo Gill, para seguir con su vida consigue trabajo como comercial puerta fría y se muestra el mejor, en solo uno mes vende más de 2 máquinas de escribir por día, una cantidad brutal para el momento financero y politico de España. Justo percebe que tiene un don; don de hablar y convencer, don de gente y con una actitud adecuada a un vendedor de punta, busca otras oportunidades de mercado para ganar dinero y poder dar la cura a su madre. En esta busca, él acaba acreditando que unos charlatanes le podrían curar a su madre, y no lo nota que lo que les importa és su dinero. És cuando Justo se envolve en la situación que le lleva a uno camino sin retorno, por un deseo incontrolável y ciego él hace de todo para tener dinero para pagar la cura. Pobre y tonto Justo…
Quem me conhece, ou lê meus posts aqui no blog, Já deve ter percebido que sou uma pessoa muito organizada. Gosto de tudo limpo e em ordem, e sofro muito com meus homens em casa, que são o meu oposto. Decidi com o BEDA e com o Reto de los 100 dias, fazer um checklist de coisas que quero fazer neste mês de agosto. Assim me organizo para não perder nenhuma das atividades que tenho em mente e desfoco das coisas negativas. Afinal eu acredito muito no dito; “mente vazia oficina do diabo”.