La autora Laura Sagnier, decide coger 2 años sabático para poder escribir este libro, en este tiempo, adaptandose a nueva rutina de su vida, empieza a escribir cartas y e-mails para las mujeres más cercanas. De modo muy sencillo Laura comenta lo estudo hecho para comprender las mujeres de hoy, donde relata situaciones que aun vivimos, como las diferencias entre la mujer y el hombre.
En realidad aun estoy lendo este libro, tengo más de la mitad por leer. Pero ya decidi escribir sobre el, pues este libro me inspiró a escribir cartas para, no solamente mujeres, pero personas amigas, cercanas o no, para comentar cosas que me vengan a memória o situaciones por las cuales vivo.
Espero que desfruteis, de las cartas y de este libro.
Como siempre he comprado un libro por su imagen, tiene una tapa preciosa. La chica de la tienda me dijo que iba a disfrutar mucho con este libro, y me lo dije la verdad.
Cristina Campos la autora es guionista y directora de casting y, después de anos trabajando en el mercado del cine decide empreender un trabajo solo y escreve una novela delicada. Ana y Marina, dos hermanas que fueron separadas en la adolescencia y muchos años después se reencontran por una misteriosa herencia que reciben. La novela empieza en Africa, pues Marina es una médica que trabaja para la ONG Médicos sin Fronteras, pero luego se desarrolla en España, exactamente en Mallorca.
Dos hermanas muy distintas, con deseos y intereses que se contrapoen al largo de esta história. Pero al final una linda historia de superación de traumas se pasa con ellas, que se unen.
La vida de Marina me encantó, su dedicación y su actuar politicamente correcto me hacen mucha ilusion para una vida de significados.
Un libro ligero, para una lectura de momentos libres.
Minha querida amiga, que saudade. Como sinto falta de você por perto de mim, para sentarmos, conversarmos e fumarmos um cigarro. Passávamos algumas tardes juntas, o que me ajudava muito, a refrescar a cabeça.
E que aconteceu com nossas vidas? Desde de 2012 as coisas saíram do trilho e não conseguimos mais segurar o trem. Esta é a sensação que tenho. Você foi quem primeiro se mudou de Laranjeiras para a Tijuca e, logo depois eu, de Laranjeiras para Jacarepaguá. A vida parecia mais simples, parecia que se estruturava, mas logo voltou a ficar complicada e você se mudou primeiro para Campos e depois eu, que saí do Brasil e vim para o outro lado do Oceano, viver numa cidade menor que o bairro que eu morava.
Eu sempre acreditei que o futuro era tranquilo, que uma vez que eu tinha alcançado minha estabilidade profissional que nada me jogaria para baixo. Acreditava que a mudança de País, na situação que eu vinha, seria de fácil e rápida adaptação. Que pronto conseguiria trabalho de qualidade e estaria integrada a sociedade. Nada, me enganei. Ouvi muito youtuber falando sobre morar na Espanha, Portugal e França e imaginei que minha vida seria como a deles. Tá, eu sei, você sempre me falou para não acreditar muito nas pessoas, que contam o que lhe interessam e que floreiam muito. Pode ser que sim, ou não, não conheço estas pessoas para dizer, posso dizer por mim. Cometi muitos erros, demasiados na minha vida e agora passam fatura.
Sim, estou trabalhando, é difícil, não é fácil, e pagam muito pouco. Trabalho muitas horas e não consigo dar atenção para o meu filho como eu gostaria. Ele fica em casa jogado com o outro, que você sabe bem como é… Diz que não tem opção, não tem o que fazer. O pouco que posso converso com meu filho, tento fazer ele entender a situação, sentado no sofá, jogando a play e no celular ele não vai chegar a lugar algum, precisa se esforçar muito e desde já, de pequeno. Já te escuto dizendo que ele de pequeno não tem nada. Verdade. De altura é grande, mas de idade é uma criança, não se esqueça, são só 12 anos.
Hoje eu chorei muito, muito e muito. Perdi o ar, me deu ataque de pânico. Eu cometi erros e você sabe como sou, não me permito falhar. E o falho foi grande, investi de forma errada e não previ as situações do futuro. Quebrei. Isso, para mim significa que falhei comigo e com meu filho. O outro? Não se preocupa, não pergunta como está, nunca se envolveu com a situação, mas quando pôde levantou o dedo para apontar que a culpa era minha. Eu me pergunto, porque ainda estou com ele. Esse ano completamos 19 anos, por que suporto tanta ausência? Por que aceito tanta falta de respeito? O que ele nunca poderá dizer é que fui fraca, não trabalhei, não acreditei, não investi. Fiz minha parte como uma guerreira, como uma leoa. Suportei e cresci, e fiz crecer, com determinação, e ele sabe que aqui onde estamos, sobrevive por mim. Já sofri descriminação pela idade, já sofri preconceito por ser brasileira, já fizeram bulling pelo meu sotaque e acento de estrangeira, mas eu sigo, firme, forte e sei que pode demorar um pouco mais, porém vou sobreviver e vou reconquistar o que perdi, meu espaço, meu reconhecimento, meu dinheiro.
Enfim, amiga querida, esta foi uma carta desabafo, resultado de tanto tempo que estamos afastadas. As notícias não são boas, sei das dificuldades que você passa por ai, tudo o que pode me contar na nossa última ligação telefônica. Espero que a saúde de todos esteja bem, principalmente sua mãe, que sei que sente a falta do apartamento com o cantinho dela. Desejo tudo de bom pra vocês e espero que pronto possamos nos falar e ter a vida mais equilibrada.
Muitas saudades.
Beijos pra você.
Eu
P.S.: Para você que gosta de fotos e desenhos escolhi esta. Representa o trabalho da Dimitra Milan, atualmente ela tem 18 anos e pinta desde os 4 anos, mas só recentemente é que começou a ser conhecida. Daí vem uma frase dela e de seus pais, que também são pintores.
“Na vida tudo deve ser conquistado com muita batalha, suor e dedicação, nada vem por acaso e nada é ganho do nada”.
Não sei se passa com vocês, comigo há momentos em que minha confusão mental é tão grande, que a desordem da casa me incomoda mais que nunca. A psicologia explica muito bem isso. é a insatisfação com a vida pessoal, acúmulo de stress ou situações que precisamos urgentemente de uma ordem para nos sentir mais controladores dos resultados. Eu particularmente busco resultados positivos, acredito que eles estejam aqui, mas não os sinto na intensidade ou tamanho desejado e por isso me estresso muito. A mudança de País dói, depois de uma situação estável e uma série de conquistas, tenho que recomeçar tudo do zero, num lugar diferente, com idioma distinto e com dificuldades de uma região que está com a economia estagnada.
Galícia é uma região muito bonita da Espanha, mas dura, com pessoas desconfiadas, frias (também pelo clima) e com uma população que envelhece a olhos nus. As oportunidades são poucas e muito disputadas. Aqui tenho que provar a cada minuto minha capacidade por ser estrangeira, por ser mulher, por minha idade e por minha personalidade não tão amigável (ou seja lá como posso explicar). Isso tudo me cansa, me agota emocionalmente. Algumas vezes penso que o mundo não foi feito para pessoas como eu, que sentem demasiado, que se importam demasiado, que desejam demasiado, que acreditam demasiado, que esperam demasiado.
Busco o minimalismo para alcançar a leveza que não consigo ter, a simplicidade na casa, e assim olhar o horizonte doméstico com mais amplitude e menos laços rodeados como um caracol de dúvidas e incertezas. Busco o minimalismo como forma de pensar para na simplicidade sofrer menos, não sei se me faltam crenças para encarar este modelo de vida e entrar de cabeça, ou se todas a dificuldade vem por viver com pessoas desorganizadas e que não são minimalistas. Não, não os culpo por não conseguir, no geral, nunca culpo ao outro, mas sim a mim mesma, minha baixa estima não me permite acreditar que a culpa seja do outro, do meio, da sociedade, da economia… Por isso sofro, melhor dizendo, também por isso sofro.
Queria uma pessoa que me acolhesse, e me ensinasse a viver de forma menos dolorida. Uma pessoa que compreendesse o que sinto e me ajudasse a sair dessa espiral que me leva ao fundo da terra onde me queimo a cada passo que dou rumo ao centro de larvas.
Sei que amanhã ou depois estarei melhor, mas aqui, cada vez mais sinto estas dores emocionais vindo ao meu encontro. Outro dia me disseram que é muito comum, que 85% das pessoas que mudam de País sofrem com depressões e dores emocionais, não gosto de me imaginar dentro deste percentual, tenho que ser mais forte.
Boas atitudes são importantes para este momento, abaixo indico algumas que tento fazer, nem sempre são possíveis, mas quando as faço surtem um efeito muito agradável e acabo me esquecendo dessas dores emocionais.
ajudar pessoas que necessitam, fazer atividades voluntárias em ONGs;
brincar com o filho e com o cachorro, um tempo passado com eles, brincando e rolando no chão, rindo de bobagens ou simplesmente um abraço, tem um efeito reparador melhor que muitos remédios e que uma noite de sono;
meditar, caminhar, ouvir música, dançar, ou seja fazer atividades que envolvam a mente e o corpo, ajudam a mudar o foco e esquecer o que me incomoda, até que fico tranquila, mais relaxada;
ler um livro ou ver um filme;
escrever no blog, num caderno, numa folha de papel, seja para guardar ou queimar, o importante é escrever, essa é uma técnica que ajuda muito, desafoga as emoções e não satura o ouvido das pessoas. \\mas se você tem um super amigo de mão ou um psicólogo/analista, falar trás efeitos mais benéficos ainda;
fazer faxina, limpar a casa, passar roupa, organizar o exterior ajuda a organizar o interior.
O objetivo neste momento é desfocar a mente do looping que entra com o pensamento atordoante, assim a dor passa e você renova forças para seguir a vida.
Espero que estas palavras possam te ajudar de alguma forma, e se quiser compartilhar dores ou experiências, inclusive o que faz para melhorar, me conte nos comentários.
Um abraço a todos e força, todos nós podemos o que quisermos.
Quien me conoce sabe que soy una amante de los libros. En algún momento de mi vida aun tendré una librería, la tengo toda diseñada en mi mente, sinto su olor, escucho su sonido y veo a mis clientes allí, un día ese sueño será realidad. Mientras tanto, leo y asisto a pelis, y esta no podría pasar sin verla. Desde que ganó el Goya la buscaba, y un día trabajando entré en un cliente que la tenia a venta y compré, hoy, como estoy de baja por un accidente doméstico en que fisuré un dedo y no puedo trabajar aproveche para verla. Que preciosidad!!!!!!!!!
Isabel Coixet la hice con mucho cariño, estoy segura en esto. No la hice solamente para ser una película a más, mas sin para encantar. Hay poesia, hay tiempos y ritmos muy peculiares que la hacen más que especial. Un trabajo precioso que resultó en muchos premios, incluso el Goya de 2018, para mejor película, mejor roteiro y mejor directora, entre otros premios conquistados no Gaudí.
Florence, la personaje principal, una mujer viuda que se cambia de ciudad y hace su librería en una casa antigua, pasa por malos momentos, pues la burguesia dominante no la quiere por allí. No hay motivos claros o nobres para eso, apenas la ganancia y el poder de personas que quieren tener el mando y control sobre todos. Pero Florence se mantiene firme en su propósito, y tiene la esperanza de conquistar un cambio en las personas y lo conquista, una semilla fue plantada y una niña se transforma en una mujer con una pasión y una certeza; “Entre los libros nadie puede sentirse solo.”
Estou em casa de molho, em repouso, por um tombo em que fissurei a união de dois dedos, o 4 e 5 dedo da mão direita, com isso não posso trabalhar, dirigir e nem escrever. Agora, para digitar, levo muito mais tempo do que o habitual, pois tenho somente a mão esquerda para teclear. Ao menos isso sei fazer com a esquerda. De resto, tudo se torna muito difícil, desde das coisas mais simples como escovar os dentes e comer, é como se tivesse que aprender novamente. Não foi nada grave e espero logo tirar esta placa metálica e atadura.
Eu sou das pessoas que acredito que de tudo devemos tirar algum proveito, melhor me explico se uso a palavra aprendizado. E destes dias de baixa, de repouso, acredito que os benefícios são muitos, como:
Aceitar – aceitar o que aconteceu e tomar o tempo necessário, indicado pelo médico, para minha recuperação.
Aproveitar – aproveitar para dar amor e carinho a minha família e a mim mesmo, que na correria da vida e do dia-a-dia de trabalho não tenho feito.
Pensar – pensar no que quero, onde e quando perdi algum valor pessoal e o rumo de coisas que não me vão muito ao meu agrado.
Ler – ler é minha paixão, e com a rotina de trabalho tenho deixado de lado o que me ajuda a repor energias. Por isso, vou ler tudo o que possa nesse período, desde livros sobre vendas, a romance, auto ajuda… tudo o que possa me rechear de energia e conhecimento.
Aprender – aprender com o tempo, a aceitar o tempo da vida. Como minha mãe dizia, dar tempo ao tempo e controlar a angustia e a ansiedade.
Enfim, muito o que me envolver para não ficar a cama dormindo e me lastimando com medo do que me pode passar. Sim, confesso que ontem tive medo, estou há pouco tempo no trabalho, 4 meses, e uma baixa como essa não sei o que pode me impactar na empresa, não conheço as leis daqui para saber se corro riscos. A verdade é que, esteja onde esteja, se trabalha na área comercial e não vendes, sempre existe o risco… espero que aqui se valore a situação. E se não valorarem, como dizia minha mãe, outra empresa melhor me chamará e terei uma melhor condição. Sim, minha mãe em sua boa fase sempre foi uma referencia em luta e positividade, mas chegou um momento que seu animo se foi com a dureza da vida, e ela entrou em uma depressão muito forte, que não reconheceu e não tratou, o que a isolou de toda a sua família, inclusive de mim, sua única filha. Sinto saudades da mãe forte, que quando eu era pequenina, com 6 anos, mais ou menos, me punha a dormir e sentava na sala para estudar o telecurso. Lembro que me levantava, pé ante pé, e ia espiar o que ela fazia ali sozinha e a via com livros, lendo e lendo e lendo. Nunca falamos sobre isso, em meu intimo sempre soube que ela fazia por ser uma mulher muito forte, que não teve oportunidade de estudar e queria ser alguém na vida, mais que uma costureira. Acho que ela não conseguiu finalizar este curso, nunca vi um certificado em casa, e na época de colégio chegou um momento que ela me disse:
– Agora não posso mais te ajudar, você já tem mais estudos do que eu, e não tenho capacidade para te ajudar nos deveres, você precisa aprender a fazer sozinha.
Isso aconteceu mais ou menos quando eu tinha 12 anos, uma criança ainda, má já tinha mais estudo e conhecimentos que minha mãe. Porém, lembro que geografia ela sempre gostou de acompanhar comigo, ela tinha muita facilidade pra entender os mapas, acho que era por seu desejo de conhecer lugares, infelizmente ela não conheceu muitos.
Mãe, esteja onde esteja, esteja como esteja, sinto falta de você. Da mãe que foi e não pode ser por muito tempo, sempre me preocupei muito por você. Sei que em suas fantasias mentais, te fazia acreditar e imaginar coisas a meu respeito que não são reais, te perdoo por isso, sei que foram os transtornos mentais que faziam isso e não você, você sempre teve um bom coração, amargurado e sofrido é verdade, mas em seu intimo sempre muito bom e inocente!
Mãe, acho que cada dia mais se faz hora de escrever a carta que sempre tive em mente, ela é longa, dolorosa e libertadora. Não sei se você a lerá, não sei como você está agora, fazem meses que não tenho notícias suas e não sei como falar com você, você se isolou mais ainda, e espero que seu sofrimento ….uff, não tenho palavras, agora só lágrimas me saem…
Bueno, ahora toca dormir, estoy muerta, super cansada. Y mañana tendré un día largo y con muchas oportunidades, tengo que sacar provecho deste día y por eso… Ahora recuperar las fuerzas.
Como sigo?
Más un día sin cigarro!
Más un día sin carne!
Más un día sin poner azucar en los cafés y zumos.
Más un día sin tomar remédios a mayores de los que ya tomo.
Más un día que cojo alguna cosa en mi casa para vender, dar o jugar a basura.
Más un día controlando mi período detox para sentirme cada día mejor.
Hay momentos que no fumar, no tomar café me hace cuesta arriba, pero estoy resistindo, por mi, por nadie más.
Hoy no terá vídeo, tal como ayer. Tengo mi hijo con fiebre a casa y necesito dar atención a él. Nada que mimos de madre no curen.
Hoy estuve trabajando aquí en Santiago, pero ayer conocí a Muros, y mientras trabajaba, hice unas fotos para me recordar deste sitio precioso. Me gustó mucho el resultado de las fotos, espero que los encanteis con las fotos, así como yo. Muros esta en la provincia de La Coruña, una región de playa y tiene 10.050 habitantes (2011). En verano estará a top, o sea, muy distinto de como vemos en las fotos. Esta ciudad tiene la arquitectura típica gallega, que contrastada con el lindo día de ayer, me ayudo muchísimo para sacar estas fotos.
Si quieres conocer a Muros, no perca la fecha de 29 de junio, cuando hacen la más tradicional fiesta de la región dedicada a San Pedro, con concurso de las empanadas, mucha verbena y fuegos artificiales. Abajo unas pocas fotos hechas por mi.
Hoy, después de una charla con un amigo y unos momentos de meditación, estuve pensando y me hice unas cuantas preguntas.
Que me hace feliz, contenta en un trabajo?
Que me hace levantar de la cama todos los días, cual és mi propósito de vida (para toda la vida o solo para este momento)?
Que valores tengo?
Tengo mis metas, objetivos personales bien definidos?
No que estas preguntas me tengan sido hechas por mi amigo, no, de verdad que no. Pero de nuestra charla, me quede pensando en la vida, en mi vida y me vino estas preguntas a cabeza. No lo sé si tu tienes estas respuestas claras en tu mente, yo si, las tengo, y las tengo aliñadas con mi corazón, de mi punto de vista es importante tenerlas aliñadas para que tu estes contenta, mismo cuando el momento actual no sea tan sencillo, al tener objetivos claros y aliñados, tu tendrás más fuerza para sobrevivir a las dificultades que pasen. Por eso te indico que piense, medite, sin prisa. Conteste a estas preguntas lo más fiel a tus sentimentos, muchas veces la premera respuesta es la que vale, la real, pero la intentamos ocultar pues poden nos traer sorpresas y medos. No critique lo que penses, admita que puede haber una persona dentro de ti que queira salir a vivir y, por N factores puede estar oculta en tu día a día. Permita se viver y descobrir tus deseos, valores y verdades.
Y por fin, sabes que estas preguntas y respuestas poden te llevar a un camino minimalista? Porque? Simples, al saber lo que quieres y quien eres puedes enfocar tu vida a este camino, puede hacer lo esencial para las conquistas idealizadas. Y eso, es puro minimalismo de vida y mente. Simples y al punto, al foco.
Si, hoy tengo ganas de gritar para todo mundo oír. Para quien desea cambiar de País, hay que estar preparado para todo, mucho trabajo, muchas dificultades, muchas peleas. Ya lo sé, vas me preguntar se vuelvo para mi País, Brasil.
NOOOOO, no vuelvo, ni muerta.
Soy dura y testaruda. Aquí estoy y aquí voy a conquistar mi espacio.
Venga, ahora llega de escribir, tengo que dormir. Mira el video!
Hoje resolvi fazer de forma diferente, não tenho tido tempo para escrever, sou detalhista e escrever é uma paixão, mas ao ser tão detalhista gosto de escrever e reler algumas vezes, por isso, desta vez vai em vídeo. Para ganhar tempo e seguir informando dos meus propósitos.
Espero que gostem, que curtam e que comentem, aqui ou lá, tanto faz.