Categoria: EU

  • BEDA #10 + Reto de los 100 días #10

    as pessoas e suas mascaras

    Naturalmente tenho o costume de dizer para meus meninos (marido e filho) que desculpas são justificativas para o fracasso. Sim, sei que sou muito exigente, isso piorou um bocado ao trabalhar com vendas, com tantos objetivos e metas tão duras. As empresas não te colocam metas fáceis, o fácil acomoda, o difícil te tira da zona de conforto. A questão é que há pessoas que suportam esta pressão por metas difíceis e outras que não suportam. Bom, meu objetivo aqui não é falar sobre as metas e as dificuldades de conquistar-las, nem falar da pressão e o que isso causa em nossas vidas. Usei toda essa explicação para dar mais entendimento para o que realmente quero comentar neste BEDA 10 e reto 10.

    • No primeiro dia do mês de agosto, no primeiro BEDA, disse que iria postar todos os dias para participar do BEDA de Agosto. Não cumpri.
    • No primeiro dia do mês, disse que por 100 dias seria positiva. Não cumpri, por muitos me senti muito triste e incluso percebi a depressão voltando a minha vida.
    • No primeiro dia do mês, disse que todos os dias faria algo que me deixaria feliz. Qualquer coisa simples, que me deixasse feliz. Não cumpri.
    • De tudo o que propus, só fiz uma coisa, não consumi refrigerantes (refrescos para os espanhóis).

    Minha lista de coisas a fazer em agosto, ou por 100 dias, não era grande nem muito difícil. Mas não cumpri, por algum motivo essa lista foi pesada demais para mim, e não darei justificativas. Simplesmente não consegui cumprir, senti as dores e tristezas e não fui forte o suficiente para sair desses sentimentos. O que não farei é me culpar, já carrego muita culpa na minha vida e não quero mais uma, ao contrário, quero tirar todas as culpas das minhas costas.

    Agora, sem cobrança, curtindo o momento, escreverei o que me vem a cabeça e ao coração, farei o que puder para que nos próximos dias eu poste. Se puder, ótimo. Se não tiver energia, primeiro cuidarei de mim. Por toda uma vida pensei primeiro nos outros e sempre me cobrei para fazer e fazer e fazer… por isso agora ando tão na linha da crise emocional.

    Percebi que aqui na Espanha, mais que no Brasil, tentei fazer amigos, criar vínculos e me violei com isso, deixando de ser ou de acreditar em coisas que são importantes para mim. Acredito na energia que me circunda, que me movimenta. Acredito no Reiki, acredito na meditação, acredito na carta ao universo, acredito em fadas, papai noel, duendes e em todas estas fantasias. Isso é o que me faz assim, como sou. Por escolha, consciente, não me abandonarei mais, não seguirei os passos e crenças de outros. Aqui encontrei pessoas muito distintas, com valores e crenças diferentes e, para me adaptar, me misturar e criar amigos, passei meus limites e menosprezei quem sou. Me perdoo, não me culpo, mas tiro a máscara e assumo quem sou, como sou e vivo minha vida.

  • BEDA #1 + Reto de los 100 días #1

    SANY0306.jpg

     

    Yeeeee, y fue dada la largada. Hoy empezo los dos retos, el BEDA de Agosto + el Reto de los 100 dias.

    Qué voy hacer?

    Bien:

    • postar algo nuevo en mi blog todos los días de agosto;
    • ser positiva por 100 días – mismo cuando las cosas no van bien;
    • tener muchísima esperanza en todos los próximos 100 días mismo cuando comente cosas tristes;
    • todos los próximos 100 días, hacer algo que me haga feliz, ni que sea por un momento;
    • no consumir bebidas dulcezonas, como los refrescos. Para mis amigos de Brasil, es decir… no consumir “refrigerantes”.

    Lo creo que estos puntos ya me valen para empezar, verdad?

    Te invito a que venga me visitar todos los días para que pueda acompañar mis mensajes.

     

    ** la belísima aquarela fue sacada del enlace https://espaciodeglorialorenzomur.blogspot.com – representa un final de tarde en la Rúa Nova, en el centro viejo de Santiago de Compostela en España, donde vivo.

     

  • Agosto

    aguarelas_coloridas_Dean_Crouser_13dizen que agosto és el mes de los desgustos.

    dizen que és triste pues antecipa el fin de verano para los del norte.

    para mi, agosto és vacaciones y esperanza.

  • Novo BEDA e reto dos 100 dias

    Vai-ter-BEDA-augustChegando Agosto e para espantar os males que dizem vir com Agosto, resolvi ocupar meus dias com dois retos. O primeiro é postar todos os dias um texto aqui no BLOG, Blog Every Day in August. Esse em si já um reto duro, pois com meu horário de trabalho vou passar umas boas, pra conseguir, mas o farei.

    O segundo reto que me coloco dura um pouco mais de tempo, serão 100 dias para fazer por um objetivo. Não sei se vocês já ouviram falar deste reto. Muitas pessoas entram para emagrecer ou melhor seu aspecto físico e, por 100 dias fazem vídeos, fotos ou o que seja para mostrar o trajeto rumo ao objetivo traçado. Eu farei, não pela aparência física, mas sim por mim, pelo meu EU. Influenciada pelo livro que estou lendo e, que fiz uma resenha num post anterior, farei o reto buscando uma vida mais feliz. A cada dia farei algo para me sentir melhor comigo mesma, acreditando e superando as dificuldades diárias. Como no livro, vou em busca da minha felicidade.

    100 dias felicesNo primeiro mês, farei um post único, para falar do reto dos 100 dias e ao mesmo tempo, o BEDA. Quando tiver um pouco de tempo, farei dois posts separados, mas tudo sem culpa. Vou buscar o tempo todo disfrutar de cada post e cada situação que me aconteça nestes 3 meses e dois retos em que me coloquei. Espero que vocês também desfrutem, lendo os textos.

    Espero a todos por aqui, curtindo e comentando. Quem quiser se unir, fique a vontade para comentar sua experiência.tank you 2

     

     

  • Hay días

    HAY DIAS 2

    Hay días que perco el foco.

    Hay días que perco las fuerzas.

    Hay días que como las nuves, algo camina por mi y me deja así,

    con el lloro atragantado.

  • Mariposas en el estomago

    mariposas en el estomagoHay un termo en español que me encanta, este más que otros, porque el castellano tiene unas palabras y frases muy simpáticas.

    “Mariposa en el estomago”, tener la sensación de que el estomago está lleno de mariposas. És lo mismo que decir que tiene mucha ansiedad, pero ansiedad por cosas buenas, que te emocionen, mismo que tenga miedo, pero te apasiona.

    Que ganas tengo de sentir mariposas en mi estomago, atualmente sinto presión y dolor en mi estomago, más por la tensión de los días y de los problemas.

    Cuando nos enamoramos sentimos, cuando estamos por concretar un sueño también. Creo que este año pueda sentir mariposas en mi estomago, por lo mínimo 2 veces, cuando mis conquistas y sueños se concretaren.

  • Se Deus estivesse ao meu lado

    pastor-ovelhas

    Se Deus estivesse aqui ao meu lado eu pediria para não cometer mais erros, eu tenho um medo absurdo de na minha velhice não ter onde morar, nem o que comer. Pediria para cuidar de minha família, em especial da minha mãe que não sei como lidar com suas questões e do meu filho, que ainda é pequeno e temo pelo seu futuro.

    Sim, pediria por mim, que me dê a fé e a certeza de que nunca ficarei com fome e que sempre terei uma cama para dormir, abrigada do frio, da chuva e dos perigos da rua. Mas não sei se pediria muito mais que isso, embora tenha sempre sonhado em ter muito dinheiro. Quando era mais jovem, pedia para ganhar na loteria. Sonhava em comprar uma casa grande, decorá-la com muitos poucos móveis, mas todos de muita qualidade e ver espaços livres e brancos, para que eu pudesse me sentir livre. Nesse sonho sempre via a conta bancária com muito dinheiro, muito mais do que eu poderia necessitar em minha vida. Olhava para o lado via uns poucos amigos, todos com seus problemas financeiros resolvidos. Minha amiga Glória com um lugar seu para morar, sem ter que enfrentar as discussões do dia-a-dia. Minha mãe com dinheiro na conta, para não sentir o medo e a angustia que lhe tocam a alma. Ele com dinheiro para resolver os problemas familiares e para pagar o seu apartamento, não tendo que ficar no desespero da Caixa sem pagar. A ONG que gosto, que faz as operações nas crianças? Sim, esta teria dinheiro garantido por muitos anos, para poder ajudar muitas outras crianças, faria doações mensais e anônimas, não quero publicidade com meu nome. O mesmo faria com a Instituição onde conheci ao L.F., eles precisam de ajuda, são muitas bocas para alimentar e uma casa muito grande para manter, seguro que faria doações mensais e anônimas. Não quero ser política, só quero um mundo melhor.

    Pra mim? Não preciso de muito, garantia de comida pelo resto de minha vida, casa ampla, simples e confortável, com muita luz. Preciso de um quarto amplo para caminhar ao redor da cama, um armário com poucas roupas e luz, muita luz. Tudo branco. Um escritório, colorido pelas capas dos livros, com uma mesa, um computador com a impressora e uma confortável poltrona para que possa ler. Teria uma rotina em que dedicaria parte do meu dia ou noite a leitura e escrita. Não sei se viveria desta arte, mas viveria por esta arte. Uma boa música, um bom filme, um bom vinho para reflexionar e escrever. Provavelmente me isolaria um pouco do mundo, pois o vejo feio, triste, egoísta. Buscaria a beleza na natureza. Todos os dias tomaria meu café na varanda, vendo as árvores. Com meu cão, fiel amigo sentado aos meus pés. Acho que teria outros 3 ou 4 cachorros, de raças distintas, todos soltos pelo jardim, vivendo a vida em paz e alegria, sendo mimados como, hoje é o meu Rufus. Rufus não perderia seu posto de queridinho da casa, duvido que no mundo haja um cão mais amado e mimado que este. E sim, ele ganharia um grande presente, uma casa ampla, com um jardim enorme para ele correr e reinar, como o cão mais velho e querido. Imagino Rufus nessa casa, contente, correndo, olfateando, e pulando feliz como já o vi em uma casa em Portugal. Aquela casa me bastaria, 3 quartos, uma ampla sala conjugada com a cozinha e um quintal/jardim, muito maior que toda a casa. Viver a vida com a simplicidade que hoje não posso ter, porque tenho que correr e matar 3 leões por dia.

    Se Deus estivesse aqui, pediria para acabar com o dinheiro no mundo, assim meus medos iriam embora e eu ficaria em paz. O que eu quero é pouco, não é luxo, não é uma Ferrari nem a roupa de moda. Eu quero uma casa no campo com o jardim maior que a casa, para deitar no chão e ver o dia passar e o Rufus correr.

    Se Deus estivesse aqui, pediria para resolver o problema que tenho hoje, aquele problema… Os outros, não são nada. E Deus toca no meu ombro e diz, mas Eu estou aqui, por que você não me pede? E eu, envergonhada, olho para o chão e no fio de voz que me sai da boca peço, me ajuda, resolve este problema e coloco os papéis em Suas mãos. Ele olha e sorri para mim.

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  • Dores emocionais e formas de lidar com elas.

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    Não sei se passa com vocês, comigo há momentos em que minha confusão mental é tão grande, que a desordem da casa me incomoda mais que nunca. A psicologia explica muito bem isso. é a insatisfação com a vida pessoal, acúmulo de stress ou situações que precisamos urgentemente de uma ordem para nos sentir mais controladores dos resultados. Eu particularmente busco resultados positivos, acredito que eles estejam aqui, mas não os sinto na intensidade ou tamanho desejado e por isso me estresso muito. A mudança de País dói, depois de uma situação estável e uma série de conquistas, tenho que recomeçar tudo do zero, num lugar diferente, com idioma distinto e com dificuldades de uma região que está com a economia estagnada.

    Galícia é uma região muito bonita da Espanha, mas dura, com pessoas desconfiadas, frias (também pelo clima) e com uma população que envelhece a olhos nus. As oportunidades são poucas e muito disputadas. Aqui tenho que provar a cada minuto minha capacidade por ser estrangeira, por ser mulher, por minha idade e por minha personalidade não tão amigável (ou seja lá como posso explicar). Isso tudo me cansa, me agota emocionalmente. Algumas vezes penso que o mundo não foi feito para pessoas como eu, que sentem demasiado, que se importam demasiado, que desejam demasiado, que acreditam demasiado, que esperam demasiado.

    Busco o minimalismo para alcançar a leveza que não consigo ter, a simplicidade na casa, e assim olhar o horizonte doméstico com mais amplitude e menos laços rodeados como um caracol de dúvidas e incertezas. Busco o minimalismo como forma de pensar para na simplicidade sofrer menos, não sei se me faltam crenças para encarar este modelo de vida e entrar de cabeça, ou se todas a dificuldade vem por viver com pessoas desorganizadas e que não são minimalistas. Não, não os culpo por não conseguir, no geral, nunca culpo ao outro, mas sim a mim mesma, minha baixa estima não me permite acreditar que a culpa seja do outro, do meio, da sociedade, da economia… Por isso sofro, melhor dizendo, também por isso sofro.

    Queria uma pessoa que me acolhesse, e me ensinasse a viver de forma menos dolorida. Uma pessoa que compreendesse o que sinto e me ajudasse a sair dessa espiral que me leva ao fundo da terra onde me queimo a cada passo que dou rumo ao centro de larvas.

    Sei que amanhã ou depois estarei melhor, mas aqui, cada vez mais sinto estas dores emocionais vindo ao meu encontro. Outro dia me disseram que é muito comum, que 85% das pessoas que mudam de País sofrem com depressões e dores emocionais, não gosto de me imaginar dentro deste percentual, tenho que ser mais forte.

    Boas atitudes são importantes para este momento, abaixo indico algumas que tento fazer, nem sempre são possíveis, mas quando as faço surtem um efeito muito agradável e acabo me esquecendo dessas dores emocionais.

    • ajudar pessoas que necessitam, fazer atividades voluntárias em ONGs;
    • brincar com o filho e com o cachorro, um tempo passado com eles, brincando e rolando no chão, rindo de bobagens ou simplesmente um abraço, tem um efeito reparador melhor que muitos remédios e que uma noite de sono;
    • meditar, caminhar, ouvir música, dançar, ou seja fazer atividades que envolvam a mente e o corpo, ajudam a mudar o foco e esquecer o que me incomoda, até que fico tranquila, mais relaxada;
    • ler um livro ou ver um filme;
    • escrever no blog, num caderno, numa folha de papel, seja para guardar ou queimar, o importante é escrever, essa é uma técnica que ajuda muito, desafoga as emoções e não satura o ouvido das pessoas. \\mas se você tem um super amigo de mão ou um psicólogo/analista, falar trás efeitos mais benéficos ainda;
    • fazer faxina, limpar a casa, passar roupa, organizar o exterior ajuda a organizar o interior.

    O objetivo neste momento é desfocar a mente do looping que entra com o pensamento atordoante, assim a dor passa e você renova forças para seguir a vida.

    Espero que estas palavras possam te ajudar de alguma forma, e se quiser compartilhar dores ou experiências, inclusive o que faz para melhorar, me conte nos comentários.

    Um abraço a todos e força, todos nós podemos o que quisermos.

  • Uma história

    mao enfaixadaEstou em casa de molho, em repouso, por um tombo em que fissurei a união de dois dedos, o 4 e 5 dedo da mão direita, com isso não posso trabalhar, dirigir e nem escrever. Agora, para digitar, levo muito mais tempo do que o habitual, pois tenho somente a mão esquerda para teclear. Ao menos isso sei fazer com a esquerda. De resto, tudo se torna muito difícil, desde das coisas mais simples como escovar os dentes e comer, é como se tivesse que aprender novamente. Não foi nada grave e espero logo tirar esta placa metálica e atadura.

    Eu sou das pessoas que acredito que de tudo devemos tirar algum proveito, melhor me explico se uso a palavra aprendizado. E destes dias de baixa, de repouso, acredito que os benefícios são muitos, como:

    Aceitar – aceitar o que aconteceu e tomar o tempo necessário, indicado pelo médico, para minha recuperação.

    Aproveitar – aproveitar para dar amor e carinho a minha família e a mim mesmo, que na correria da vida e do dia-a-dia de trabalho não tenho feito.

    Pensar – pensar no que quero, onde e quando perdi algum valor pessoal e o rumo de coisas que não me vão muito ao meu agrado.

    Ler – ler é minha paixão, e com a rotina de trabalho tenho deixado de lado o que me ajuda a repor energias. Por isso, vou ler tudo o que possa nesse período, desde livros sobre vendas, a romance, auto ajuda… tudo o que possa me rechear de energia e conhecimento.

    Aprender – aprender com o tempo, a aceitar o tempo da vida. Como minha mãe dizia, dar tempo ao tempo e controlar a angustia e a ansiedade.

    Enfim, muito o que me envolver para não ficar a cama dormindo e me lastimando com medo do que me pode passar. Sim, confesso que ontem tive medo, estou há pouco tempo no trabalho, 4 meses, e uma baixa como essa não sei o que pode me impactar na empresa, não conheço as leis daqui para saber se corro riscos. A verdade é que, esteja onde esteja, se trabalha na área comercial e não vendes, sempre existe o risco… espero que aqui se valore a situação. E se não valorarem, como dizia minha mãe, outra empresa melhor me chamará e terei uma melhor condição. Sim, minha mãe em sua boa fase sempre foi uma referencia em luta e positividade, mas chegou um momento que seu animo se foi com a dureza da vida, e ela entrou em uma depressão muito forte, que não reconheceu e não tratou, o que a isolou de toda a sua família, inclusive de mim, sua única filha. Sinto saudades da mãe forte, que quando eu era pequenina, com 6 anos, mais ou menos, me punha a dormir e sentava na sala para estudar o telecurso. Lembro que me levantava, pé ante pé, e ia espiar o que ela fazia ali sozinha e a via com livros, lendo e lendo e lendo. Nunca falamos sobre isso, em meu intimo sempre soube que ela fazia por ser uma mulher muito forte, que não teve oportunidade de estudar e queria ser alguém na vida, mais que uma costureira. Acho que ela não conseguiu finalizar este curso, nunca vi um certificado em casa, e na época de colégio chegou um momento que ela me disse:

    – Agora não posso mais te ajudar, você já tem mais estudos do que eu, e não tenho capacidade para te ajudar nos deveres, você precisa aprender a fazer sozinha.

    Isso aconteceu mais ou menos quando eu tinha 12 anos, uma criança ainda, má já tinha mais estudo e conhecimentos que minha mãe. Porém, lembro que geografia ela sempre gostou de acompanhar comigo, ela tinha muita facilidade pra entender os mapas, acho que era por seu desejo de conhecer lugares, infelizmente ela não conheceu muitos.

    Mãe, esteja onde esteja, esteja como esteja, sinto falta de você. Da mãe que foi e não pode ser por muito tempo, sempre me preocupei muito por você. Sei que em suas fantasias mentais, te fazia acreditar e imaginar coisas a meu respeito que não são reais, te perdoo por isso, sei que foram os transtornos mentais que faziam isso e não você, você sempre teve um bom coração, amargurado e sofrido é verdade, mas em seu intimo sempre muito bom e inocente!

    Mãe, acho que cada dia mais se faz hora de escrever a carta que sempre tive em mente, ela é longa, dolorosa e libertadora. Não sei se você a lerá, não sei como você está agora, fazem meses que não tenho notícias suas e não sei como falar com você, você se isolou mais ainda, e espero que seu sofrimento ….uff,  não tenho palavras, agora só lágrimas me saem…

     

  • más un día de conquistas.

     

    Bueno, ahora toca dormir, estoy muerta, super cansada. Y mañana tendré un día largo y con muchas oportunidades, tengo que sacar provecho deste día y por eso… Ahora recuperar las fuerzas.

    Como sigo?

    Más un día sin cigarro!

    Más un día sin carne!

    Más un día sin poner azucar en los cafés y zumos.

    Más un día sin tomar remédios a mayores de los que ya tomo.

    Más un día que cojo alguna cosa en mi casa para vender, dar o jugar a basura.

    Más un día controlando mi período detox para sentirme cada día mejor.

    Hay momentos que no fumar, no tomar café me hace cuesta arriba, pero estoy resistindo, por mi, por nadie más.