Categoria: Livros

  • Reseña – Libera tu magia – Elizabeth Gilbert

    libera tu magia

    Libro: Libera tu Magia

    Autor: Elizabeth Gilbert

    Idioma: castellano, traducción de Laura Vidal

    Género: Auto ayuda

    Paginas:  308

    Editorial: Aguilar – Penguin Random House Grupo Editorial

     

     

    La primera vez que tuve este titulo en manos para leer, fue en 2018, pero era en formato digital (e-book), y para los que me conocéis, no me veo capaz de adaptarme al Kindle. Soy de papel y, como mucho de audiolibros. Y fue via audiolibros que tuve este titulo por segunda vez en manos, lo escuché en uno día y me encantó. Justo al día seguinte vi un video en youtube que hablaba de la creatividad para escribir y de este libro. Y fue entonces, que decidí que este libro merecía una segunda lectura, desta vez una lectura de verdad, en papel, con mil apuntes y marcaciones. Fue lo que hice. Mira como está mi libro…

    Ya lo sé, los defensores de la pulcritud en los libros van a desear mi muerte. =)  Pero es que soy así, me gusta relacionarme con mis libros, por eso en general no cojo libros prestados, pues no puedo hacer todas las marcaciones, ni hablar con mi libro, que es justo lo que hago cuando escribo en sus paginas.

    Muy bien, ahora hablemos del libro.

    Hay un punto que no lo veo, este libro es considerado como auto ayuda, yo no lo veo.  Mismo que la autora hable de vida, qué hacer con sus miedos y sus deseos y cómo poner la creatividad a trabajar en su favor, para mí, este libro seria un ensaio de la experiencia y visión de la autora. Pero, lo que penso no vale mucho, pues no soy una profunda conocedora de los géneros literarios.

    No lo sé si los fijáis, Elizabeth Gilbert es la autora del famoso best seller Come, Reza, Ama, lo cual vendió más de 12 millones de libros y, su fama fue aun mayor, con la película de mismo nombre, protagonizada por Julia Roberts. Como he dito, no soy crítica literaria y cuando hago una reseña, lo único que deseo es comentar mi percepción de lo que veo o leo. Y, vuelvo a decir, a mí me encantó, tanto su libro más famoso como este. Me gusta esta voz que cuanta sus dificultades, fracasos y victorias. Me gusta este mujer que habla en el libro, como si fuese tu amiga, que senta a tu lado para una taza de café y se abre por entera, sin excusas, sin miedo. Echo de menos una amiga así, y cuando la encontro en un libro, me sinto plena de felicidad. Creo que justo por eso sus libros hacen tanto suceso. Muchas veces lo que buscamos es un libro que nos rellene la vida de amistad, de complicidad, toda la amistad y complicidad que no logramos tener con las personas de carne y hueso que están a nuestro toque, a nuestro lado.

    Para Gilbert, la creatividad es magica, es intuitiva, y tenemos que saber como relacionarmos con ella, para su liberación y nuestra satisfacción. La realidad es que leer este libro me dejó con muchas ganas de volver a poner manos a trabajar en la creatividad que la dejé en algun punto lejano de mi vida. Finalice el libro con muchas ganas de escribir, me imagino que este fue el deseo de Liz Gilbert ao hacerlo.

    Ella habla del miedo, pero no solamente del miedo de vivir, pelo del miedo que te bloquea a seguir con una vida de pura magia, una vida creativa. Y para creatividad, tenemos que abrir nuestra cabeza y pensar en todo lo de diferente que se puede hacer para traer la magia do vivir para nuestro cuerpo fisico y emocional, para nuestra vida.

    Así sendo, si buscas conocer un poco más de lo que piensa Elizabeth Gilbert, si quieres abrir tu vida a esta verdadera magia, de vivir libre, haciendo cosas que te traiga la felicidad más sencilla del simples vivir, este puede ser tu libro. Yo lo recomendo muchísimo!!!

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  • Vírus da felicidade

    Virus da felicidadeJosé Mindlin foi advogado, repórter, escritor, empresário e importante bibliófilo brasileiro, filho de imigrantes judeus ucranianos, começou a trabalhar muito cedo, com 16 anos, como repórter num importante jornal de São Paulo. Inquieto, formou-se em direito e advogou por um certo tempo, até que fundou a Metal Leve, empresa de sucesso e referencia no Brasil no setor de peças para o mercado automobilístico. Ao se aposentar, José Mindlin se dedica a colecionar livros antiguos e raros e chega a ter a maior biblioteca pessoal do Brasil. Essa paixão por livros o aproxima da escrita e não a toa, em 2006 ele é eleito Membro da Academia Brasileira de Letras. Também em 2006, ele generosamente doa seus mais de 40mil livros a Biblioteca da Universidade de São Paulo, que passa a ser chamada Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Em 2010 falece aos 95 anos de falência múltipla dos órgãos. Conto um pouco da sua história para que meu leitor possa se orientar, caso não o conheça.

    José Mindlin tinha, como objetivo pessoal, colocar o virus da leitura nas pessoas. Eu não o conheci e também não sabia quem era este personagem da literatura e história empresarial brasileira, busquei saber quem era essa figura, justamente quando me contaram qual era o seu objetivo pessoal. Eu tenho esse virus, será que de alguma forma foi ele o responsável por isso? Os virus são assim, um pega e passa para outro, que vai para outro e mais outro e quando percebemos, milhares de pessoas estão infectadas. Sei que tenho o virus da leitura, da aquisição de livros e da escrita. Gostaria de um dia ser escritora, e seria o maior luxo da minha vida, se pudesse viver da minha escrita, economicamente falando. Mas fato é que, com escrever e ser lida, já me sinto iluminada e, se de alguma forma posso deixar um grão de aprendizado, conhecimento, curiosidade ou emoção ao meu leitor estarei completamente feliz.

    Por muitos anos busquei a felicidade, em coisas, pessoas e comidas. Sem perceber a vida me levou por mais de 20 anos a trabalhar com o papel, com as cores, com a arte. Durante este período, frequentei gráficas, senti o calor das impressoras, o cheiro de química das tintas e vi nascer projetos gráficos de todos os tipos, embalagens, folhetos, mas sempre senti o temblor no corpo ao trazer ao mundo um livro, uma revista ou até mesmo um relatório de empresas. Meu último projeto foi em 2011, numa das principais gráficas do Brasil, quando fui responsável pela impressão de um livro de arte. Recordo como se fosse hoje, a emoção de entrar naquela gráfica e ajudar a parir aquele filho. Guardei por anos esse filho na minha prateleira, até que ao mudar de País, me vi obrigada a me desfazer dele. Esse livro representava a paixão pelo papel, pela tinta, pela arte, pela escrita. Mesmo que minha parte fosse apenas a supervisão gráfica, garantindo o controle de cores e qualidade final do trabalho, eu acolhi a cada trabalho com amor maternal, como se fosse de principio ao fim, meu, só meu. Este trabalho ainda representou um momento forte da minha vida, envolto em tristeza e valentia. Tristeza pois deixava a produção gráfica, que por quase 15 anos era o que tinha me feito conhecida no mercado gráfico e do design carioca. E de valentia, pois sem enxergar de um olho, por um falho médico, viajei para o nordeste brasileiro para acompanhar o que seria o mais lindo trabalho da minha história como produtora gráfica. Ninguém sabia que tinha um olho quase morto, ninguém sabia que aquele trabalho representava o fim de uma carreira e inicio de outra. A porta à sala que eu conhecia e transitava com tanta facilidade se fechava e abria uma outra que eu desconhecia e não sabia onde me levaria. De produtora passei a vender. Não vendia o desconhecido. Não, a vida me levou a vender cadernos, agendas e blocos. Material para que as pessoas pudessem escrever. Eu seguia trabalhando com papel, com cores, com tinta, com projetos gráficos e com a escrita, não impressa, mas permitida. O tempo passou e uma década depois a vida me leva a outra mudança, outra porta que se fecha e outra que se abre. Uma mudança de País e de trabalho. Hoje, completo 3 anos em outro País, por esse tempo estive longe de gráficas e de tudo o que me moveu por tanto tempo. Entrei em depressão e, para sair da depressão, tive que olhar para dentro e para meu passado. Procurei entender que na minha vida não estava bom e o que tinha que mudra. Percebi que o erro foi me afastar do que me alimenta para viver, o papel, as palavras ditas em tinta de impressora, o cheiro do livro velho e do livro novo. Voltei a ler e junto com a leitura agora veio o que era apenas uma memória da infância, a escrita. O vírus da leitura e escrita foi minha salvação, me salvou de uma depressão grave e recurrente. Nem todos os virus são ruins. O vírus da leitura e da escrita me trouxe a felicidade que por tantos anos busquei em outros lugares.

    Hoje completo 3 anos em um novo País. Jamais imaginei que viviría numa cidade mágica no velho continente. Não é o viver aqui que me traz a felicidade, mas aqui descobri simplicidades do viver que não tinha tempo para perceber quando vivia numa grande metrópole brasileira. Hoje, vivo numa cidade que é menor que o bairro que vivia. Demorei muito para perceber que estava doente, que tinha a loucura das grandes metrópoles metida no meu corpo. Não sabia apreciar a vista da janela, não sabia amar o canto matinal do galo e nem o silencio de uma noite estrelada. Hoje, nesta fresca manhã outonal, estou aqui, no meu espaço desordenado pelos tantos livros, todos em um idioma que jamais pensei que fosse entender e me sinto mais viva e feliz que nunca. Enquanto escrevo escuto “Rue Saint-Vicent (Rose blanche) na voz de Yves Montand”  e me sinto mais e mais feliz.  Por muitos anos estive envolta por um mundo que não era o meu, estava ali, mas não me sentia plena e tampouco sabia o que tinha que fazer para me sentir. Essa mesma felicidade que tenho aqui, posso ter em qualquer lugar do mundo, ela está aqui, dentro de mim, ao alcance da minha mão e dos meus olhos. Ainda não enxergo bem, o olho não ficou perfeito, mas nada é perfeito e aprender a viver com a imperfeição da vida é importante. Hoje, quando quero apenas sentir o momento, tiro os óculos que levo até para dormir, tal como fiz agora. Deixo que as palavras passem por meu corpo e cheguem a esse papel, elas tem sua energia e vida, eu sou apenas o fio condutor para que cheguem a outras pessoas.  Ah o virus da leitura! Ah, o virus da escrita! Ah o virus da felicidade!

     

  • Reseña – Me quedo aquí – Marco Balzano

    Me quedo aqui

    Libro: Me quedo aquí

    Autor: Marco Balzano

    Idioma: castellano, traducción de Montse Triviño

    Genero: Novela

    Paginas: 236

    Editorial: Nefelibata, Duomo Ediciones

    *** Lectura sostenible, impreso con la energía del sol (paneles solares) sobre papel que procede de bosques gestionados sosteniblemente. La Grafica Veneta, que ha impreso este libro en Italia es la primera imprenta en el mundo que no utiliza carbon.

    En la misma semana, dos libros que hablan de guerra. Si! No sé decir, ni puedo, cual fue el mejor. Son distintos y conmovedores.

    Marco Bolzano utiliza argumentos y dispositivos narrativos para contarnos la Historia del embalse que ha sumergido los pueblos de Resia y Curon. Después de largos años estudiando y hablando con personas, incluso testigos, sobre los años de guerra y la construcción del embalse, el resultado es un libro hermoso, con personajes dotados de vida y amor por la familia, la casa, los animales y la tierra. Personajes resistentes y a la vez amorosos en su dolor.

    La historia es contada por Trina, una mujer indecisa, pero valiente. Que ve a todos los suyos partieren, solo unos pocos vuelven, y ella sigue, haciendo de todo para mantener la memoria de su familia. El libro es narrado como se fuese una carta de Trina a su hija Marica que hui con su tía, lejos de la guerra, de Curon  y de su familia, dejando dolor y vacío. Marco Bolzano usa a Trina para narrar, buscando así una forma de rellenar el vacío y dolor de la pérdida de su hija, un sufrimiento que no se borra ni con la guerra.

    No sabes nada de mí y, sin embargo, sabes mucho porque eres mi hija. … todo eso te lo he dado yo. Así que te hablaré como a alguien que me ha visto por dentro.

    Las pocas fotografías que conservo las saco com muchas reservas, pues con el tiempo me he vuelto de lágrima fácil. Y no soporto llorar. No soporto llorar porque es de idiotas y porque no me consuela. Lo único que hace es agotarme, quitarme las ganas hasta de comer o de ponerme el camisón antes de meterme en la cama. Y no, hay que cuidarse, apretar los puños incluso cuando la piel de las manos se llena de manchas. Luchar sea como sea. Eso es lo que me enseñó tu padre.

    Incluso las heridas que nunca cicatrizan dejan, tarde o temprano, de sangrar. La rabia, incluso la que provoca la violencia infligida, está destinada – igual que todo – a atenuarse, a rendirse ante algo más grande cuyo nombre no conozco.

    Nadie puede entender qué hay debajo de las cosas. Nadie tiene tiempo para sentir nostalgia de cómo eran las cosas cuando aún no existíamos. Seguir adelante, como decía madre, es la única dirección permitida. De no ser así, Dios nos habría puesto los ojos a los lados. Como los peces.

    Son tantas las frases que me marcaron en este libro. Marco Balzano usó de la sabiduría de los ancianos o la sabiduría de los amantes de la naturaleza, de la tierra y animales, y rellenó el libro de pensamientos y frases con un valor perdido en la actualidad.

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  • Reseña Hotel Silencio – Audur Ava Ólafsdóttir

    hotel silencio

    Libro: Hotel Silencio

    Autor: Audur Ava Ólafsdóttir

    Idioma: castellano, tradución de Fabio Teixidó

    Genero: Narrativa internacional

    Paginas: 175

    Editora: Alfaguara

     

    Para empezar tengo que decir, este libro es de lo más sensacional que he leído. Si no lo mejor, seguro que uno de los mejores. Mi libro está todo señalado con las miles de frases y situaciones que me tocaron, marcaron. Este es el primero libro que leo de esta autora, que ya tiene conquistado algunos premios por este y sus otros libros. Este libro fue editado por Alfaguara, que para mí es sinónimo de calidad, pero este libro me atrajo como un imán por su portada y por su título.

    Caso alguna vez tengas pensado en suicidarte, tienes que leer este libro. Y, si conoce alguna persona que tenga planteado esta situación, por favor, lea y regale este libro a esta persona. Por qué digo eso? Te lo cuento.

    Jónas Ebeneser, el personaje principal, un hombre de 48 años, se ve sin motivos para seguir pues, su mujer, después de 25 años juntos, lo deja y le cuenta que su hija en realidad no es su hija. Sin saber qué hacer, sus verdades ya no son reales, ya no tiene mujer ni hija y su madre con una enfermedad mental y bajo los cuidados de especialistas, nadie depende de él que decide suicidarse. Al decidirse por el suicidio, empieza a buscar formas de hacerlo y mientras estudias las posibilidades descubre que el País más peligroso del mundo, asolado por una guerra, se encuentra en paz y decide ir para allá, donde va a poner su plan de suicidio en acción. Jónas imagina que tenga todo controlado, pero al descubrir un País devastado por la guerra con supervivientes intentando vivir y rehacer el País, todo cambia en Jónas.

    No puedo decirle a esta joven que ha pasado tantas penas por sobrevivir junto a su hijo y su hermano pequeño bajo un aluvión de bombas – en un país donde discurre sangre por los cauces de los ríos y donde hasta hace apenas unas semanas los pelotones de fusilamiento teñían el agua de rojo – que he recorrido todo este camino para quitarme la vida; no puedo explicarles a estas personas que he venido con una caja de herramientas para clavar un gancho, que para mi llevar un taladro es como para otros llevar un cepillo de dientes; no le puedo decir a May – después de todo por lo que ha pasado – que a ella y a su hermano les va a tocar descolgar mi cuerpo. Ante el paisaje de ruinas y polvo que se extiende al otro lado de la ventana, mi infelicidad parece, cuando menos, una estupidez.

    Libro lleno de sensibilidad y profundidad sobre la naturaleza humana, pero a la vez tan sencillo y poético, que llenó mi corazón con un soplo de esperanza.

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  • Reseña: Antonia e suas filhas

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    Libro: Antonia e suas filhas

    Autor: Marlena de Blasi

    Idioma: Portugués (Brasil), tradución del inglés de Lívia de Almeida

    Genero: novela

    Paginas: 206

    Editorial: Editora Sextante – 1a Edición en portugués de 2013.

     

     

     

    Este libro he traído de Brasil en una de mis 7 malas, cuando me cambié para España, por eso lo tengo en portugués. Tardé 3 años para cogerlo de la estantería y como me lo arrepiento, que maravilloso es este libro!

    Conocí a Marlena de Blasi por una gran confusión, hay una película que me encanta “Bajo el sol de la Toscana” que creía que había sido escrita por Marlena de Blasi, pero, cuando compré el libro “Mil días en la Toscana” percibí mi engaño y me quedé muy contenta pues pude conocer a la historia de Marlena, como a su trabajo. Luego después después de leer “Mil días en la Toscana”, cuando ya estaba con los preparativos para cambiarme de País, estuve en una librería y compré otros títulos de esta misma autora, para no coger el riesgo de no encontrarla en España, torpe engaño el mío, jajaja.

    Marlene de Blasi es periodista, chef de cocina, critica de restaurantes y consultora. Con tanto por hacer aún tiene tiempo para escribir novelas románticas, libros de culinaria italiana y ordenar excursiones grastronómicas por Toscana y Umbría. Su vida como autora de novelas empiezo cuando conoció a Fernando, su marido, el gran amor de su vida, por él, Marlene dejó toda una vida en Estados Unidos y cambió se para Venecia, seguida por Toscana y por fin Umbría.

    En este libro, como en todos los demás, Marlena cuenta la realidad de su historia, su vida, pero en este hay un personaje más fuerte que Marlene, que le quita el estrellato de su obra, es Antonia. Antonia es la heroína, matriarca de cuatro generaciones de una familia repleta de belas mujeres, que  a principio rechaza a Marlena por su desconfianza con todos los extranjeros, pero ellas se atraen, dos mujeres fuertes que desean conocerse y poco a poco la amistad nace. En 2003, en largas veladas a casa de Antonia, donde disfrutan del placer de la comida y, en pequeños encuentros por una Umbría verde, Antonia cuenta los secretos de la familia, heridas no cicatrizadas. Habla de amor y dolores de todos los recuerdos de lo que ha vivido en la Segunda Guerra Mundial.

    Este libro me enganchó de tal forma que no comí y no dormí hasta que finalicé. Mi suerte es que no es un libro grande y se puede leer rápidamente. Super recomiendo para leer una y otra vez, siempre que te apetezca revivir la historia de mujeres únicas en su tiempo.

    Mi valoración para este libro es:

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  • Reseña La dependienta

    la dependienta Libro: La dependienta

    Autor: Sayaka Murata

    Idioma: Español, tradución del japonés de Marina Bornas

    Genero: Novela

    Paginas: 162

    Editorial: Nefelibata, Duomo Ediciones

    Primera edición España, enero 2019

    *** Lectura sostenible, impreso con la energía del sol (paneles solares) sobre papel que procede de bosques gestionados sosteniblemente. La Grafica Veneta, que ha impreso este libro en Italia es la primera imprenta en el mundo que no utiliza carbon.

     

    Sayaka Murata es una de las autoras contemporáneas de Japón. En 2016 fue electa Mujer del año según la revista Vogue. Esta es su décima novela y la primera a ser comercializada en el mercado internacional. Esta obra ha sido premiada con el Akutagawa, el principal premio literario en Japón.

    Para leer libros de autores japoneses tienes que estar abierto a lo nuevo. Empieza por la cultura tan diferente de la nuestra, lo que los hace tener una personalidad distinta y que siempre está claramente marcada en sus libros. Lo mismo pasa con las películas y las series japonesas. A mí me encanta!, tengo mucha curiosidad y cariño en relación a los japoneses. En mi infancia mi mejor amigo era nieto de japoneses, y yo siempre estaba con ellos, me invitaban en las vacaciones y festivos para estar con ellos en su casa de playa y allí me quedaba, la única occidental en medio de los orientales y sus descendentes, todos con una forma muy peculiar de ver la vida y la familia. Creo que por eso me enamoré de esta cultura.

    Sayaka en su libro nos cuenta la historia de Keiko Furukura, una mujer de 36 años que no se encaja en el modelo de vida de la sociedad japonesa y eso le trae problemas y presión de los que conviven con ella, su familia y amigos. Nadie comprende porque para Furukura no hay motivo para casarse y tener hijos, como tampoco tiene la ilusión o necesidad de un empleo fijo. Furukura es la dependienta más antigua de una konbini, un supermercado japonés que está abierto todos los 365 días del año por 24 horas, o sea, no jamás cierra. Las konbinis tienen un modelo de negocio propio, con una dinámica muy especifica de actuación determinada en un manual, donde enseña todo lo que hay que ser hecho y dito por sus empleados en cada situación. En este mundo laboral, Furukura no destacase por lo distinta que es, o eso cree. En las konbinis los empleados trabajan a tiempo parcial, por horas, lo que no es lo usual para mujeres solteras de 36 años, que necesitan de un buen sueldo y estabilidad laboral para vivir adecuadamente, según los padrones definidos en la sociedad japonesa. Furukura, cuando comenta as sus amigas que aun trabaja alli, después de 18 años, ellas se asustan y la deprecián, pues este no es un labor respetable para la sociedad, principalmente con la edad y situación de Furukura. Desde pequeña Furukura tiene actitudes que demuestran que ella no se encaja en lo que tiene marcado la sociedad, con un pensamiento más linear que de los demás Furukura intenta entender que tiene que hacer para no enfadar tanto a su familia y profesores y conseguir de una vez por todas encajarse, la forma que encuentra es aislando se, dejando de hablar lo que piensa y dedicando se a los estudios y después al trabajo en una konbini.

    Sayaka nos lleva por la vida de Furukura, contando la rutina en esta tienda, la percepción de Furukura para todo lo que pasa en su vida y en la de su familia, sus cuestionamientos y todo lo que hace para destacarse menos, para intentar ser igual, ser acepta.

    Me asusta esta necesidad de ser acepta por los demás, la comprendo muy bien, pero a la vez que me asusta, me suena un campo conocido, pues recuerda mi infancia, cuando por muchos y muchos días hice cosas para lograr la aceptación de los demás y por fin conquistar amigos. Este libro me hace pensar la dificultad que es vivir en sociedad cuando sus valores y actitudes son distintos de los demás, imagino como de difícil debe de ser vivir en Japón donde tienen una cultura y sociedad muy tradicional en contraposición al avance tecnológico a que son impuestos. Es un libro de lectura muy fácil y lo he leído en una tarde.

    Mi valoración para este libro:

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  • Reseña Mujeres que compran flores

    mujeres que compran

    Libro: Mujeres que compran flores

    Autor: Vanessa Montfort

    Idioma: Español

    Genero: narrativa contemporanea

    Paginas: 439

    Editorial: Plaza & Janés – Penguin Random House Grupo Editorial, S.A.U

    Tercera edición, noviembre de 2016. Decimocuarta reimpresión, enero de 2018.

    Con la libertad, las flores, los libros y la luna, quíen no sería perfectamente feliz? Oscar Wilde

    Me encantan las flores y me encantan los libros, luego, aquí tengo la conjugación de todo lo que más me apasiona, un libro con una portada delicada y bonita con un titulo atractivo.

    El libro cuenta la historia de Mariana, una mujer que se encuentra perdida después de la muerte de su marido. Por años vivió en segundo plano, se olvidando de sí misma en función de un hombre que era su amor. Pero llegó el día que él se fue, murió y Mariana tendría que seguir con su vida, pero no lo sabía como hacer. Él ya había muerto ha 1 año cuando ella cambió se  para un pequeño piso, que de tan pequeño y caluroso en el verano Madrileño, le daba claustrofobia por eso estaba siempre por la calle, andando y conociendo su nuevo barrio. Allí le llamó la atención una tienda en especial, llena de historias, nadie sabia a cuanto tiempo estaba allí, como tampoco sabían  quien fue Olivia antes de estar allí en El Jardín del Angél. La cuestión es que Olivia es el tipo de persona que todas tenemos el deseo de tenerla como amiga y fue una persona fundamental en el cambio por lo que Marina tiene que pasar para tocar su vida. [Boo, como mi vida seria más sencilla con una amiga como Olivia. Bueno, bueno, hablar de amistades para mi es un tema complicado. Un día, quizá, me llene de valor para hacerlo. Para los que me conocen soy una persona muy reservada, desconfiada y tengo muy, pero muy pocos amigos, creo que pueda contar con los dedos de una mano, los que de verdad los considero como amigos, una lastima que una de estas personas no esté cerca de mi, si no que a millas y millas, con un charco por el medio.]

    Un libro femenino, divertido, con dudas y cuestionamientos que todas nos hacemos. Un libro que cuenta un periodo de la vida de mujeres como nosotras. Por eso, creo, es tan fácil de leer, me enganché de tal forma que no lo dejé hasta que llegué al fin. Un libro que me dejó con sabor de boca, de quiero más Marina, Olivia y todas estas amigas, incluso a Vanessa Montfort.

    Mi valoración para este libro:

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    Acaso has lido este libro? O alguno de Vanessa Montfort? Cuenta lo que te pareció. Dime si te has gustado tanto como a mí. Qué autor te encanta y engancha como a Vanessa Montfort conmigo? Quiero saber un poco más los libros y autores que te gusta.

    Saludos amig@s, espero que tengan disfrutado de esta reseña y que les tenga dejado con deseo de leer este libro.

     

     

  • Reseña El Sueño de la Crisálida

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    Libro: El Sueño de la Crisálida

    Autora: Vanessa Monfort

    Idioma: Español

    Genero: narrativa contemporanea

    Paginas: 555

    Editorial: Plaza & Janés – Penguin Random House Grupo Editorial S.A.U

    Primera Edición, marzo de 2019.

     

     

    Compré este libro pues ya habia lido otro libro de Vanessa Montfor, Mujeres que compran flores, y que me ha encantado. [Incluso, acabo de percibir que no hice la reseña deste libro, y lo haré tan pronto finalice esta.] És evidente, para los que me conocen, que también compré este libro por la portada, que me llamó la atención junto con el titulo y la frase de destaque de la contra portada.

    Todos los seres humanos tenemos al menos una oportunidad de realizar un gran cambio vital, nuestra crisálida, y renacer convertidos en algo más auténtico, más fuerte y más libre.

    Para los que acompañan me aquí en el blog, saben que tengo depresión y vengo de una crise que me puso muy mal, en cama, por largo período. Por lo tanto, esperaba que este libro me ayudase a pasar un rato, entretenida en la historia de otra mujer y no en la mía. Y fue así que empecé a leerlo tan pronto llegué a casa con el libro bajo el brazo.

    El libro cuenta la historia de dos mujeres que se conocen en el avión, un Boeing 747 que va de New York a Madrid. Patrícia, una periodista que dejó el sector para trabajar en publicidad y la segunda mujer, que para ocultar su nombre, una vez que esta historia es real, Greta. Greta tiene que recomenzar su vida después de 14 años como monja en una orden religiosa, de donde ella fue expulsada por no adaptarse a las reglas. Mientras sigue en el avión, Patricia y Greta hablan y se solidarizan porque se ven, las dos, tomando una pequeña mezcla de medicamentos para controlar la ansiedad y otras necesidades emocionales. Al fin de este largo viaje, donde cuentan brevemente lo que ha pasado con cada una, hacen un acuerdo. Patrícia tiene un año para escribir y publicar un reportaje sobre lo que ha pasado con Greta, así volviendo para el labor que más le apasiona, mientras que Greta, tiene un año para reconstruir su vida y obtener los papeles para quedarse en España.

    La historia de Greta y Patrícia es narrada en comparación con la formación de una crisálida en sus fases de; oruga, crisálida y del abrir de las alas. Junto a Greta y Patricia, los otros personajes nos ayudan a comprender lo que ha pasado en cada momento de la vida de estas mujeres y cómo llegaron hasta el punto de tener su salud física y mental tan deteriorada. Mujeres jóvenes, con ilusiones, que sofrieron con el mobbing (para los que no conocen este termo, es el bullying laboral). Yo no conocía a este termo, y tú? Me identifiqué mucho con lo que pasó con las dos mujeres, claro que en situaciones distintas, pero sí, he vivido al mobbing, en otro post los comentaré.

    Resultado de este libro? Fue difícil leerlo, a principio. La dolor de Greta me molestaba, pero lo insistí, al final todo termina bien, es lo que digo, siempre. Insistí y tuve la suerte de conocer a dos mujeres fuertes y valientes. Qué sufrieron, tocaron el hondo, pero sacaron fuerzas de su interior para tocar sus vidas en adelante, haciendo cada una un gran giro en su existencia. De la dolor nació una amistad maravillosa y los nobles valores sobrevivieron al acoso, al miedo, a la duda, a la perdida del sentido de la vida, y de estes valores es que las más belas crisálidas se abrieron y volaran. Sí, Vanessa Montfort ya había me conquistado con su otro libro, con este… me tiene perdidamente enamorada por su trabajo.

    Seguramente voy a releer este libro en muy poco tiempo, hay mucha información y mucha fuerza. Hay partes que Vanessa se extiende demasiado, para mi punto de vista, pero mismo así, super recomiendo.

    Mi valoración és:

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  • Libro#15 – Historia de un canalla – Julia Navarro

     

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    Siempre que paso por una librería, o mismo un espacio donde se venden libros, como Al Campo o El Corte Inglés, me quedo por allí mirando uno a uno y con ganas de comprar todos. Esta vez no fue distinto. Estaba en El Corte Inglés y en el sector de libros vi una mesa con todos los libros de Julia Navarro, esta es otra escritora que no conocía. Como este día no llevaba mucho dinero conmigo, estaba de paseo, acabé por comprar este volumen de bolso, por menos de 10 euros.

    Llegué a casa y empecé la lectura al momento, el libro tiene 863 paginas y lo leí en 15 días, que para mi ritmo de lectura es poco, considerando el numero de paginas. Me gustaría leer más rápido, pero, las gafas me cansan y las letras pequeñas me matan, llega un momento en que mesclo líneas y letras y ya no soy capaz de seguir, pero esta trama me retuvo hasta el final, quería saber a cada página lo que Thomas Spencer haría por su vez, a cada situación de su vida.

    El libro empieza con Thomas Spencer vendo que su muerte se acercaba, después de uno infarto y una operación para cambiar las válvulas del corazón, su salud había cambiado y no era lo mismo, sabía que podría vivir por 10 años, como a cualquier momento su corazón podría fallar y morir. Es en este momento que Thomas recuerda toda su vida y lo canalla que fue con cada una de las personas que ha conocido, en especial con su madre, hermano y padre. Vá contando las histórias de su vida, como la hice y como podría ter hecho mejor. Siempre duro y manipulador, Thomas  pasó por la vida, sin arrepentirse. Lleno de maldad y, como se decía, sin conciencia, él hace recuento de lo vivido entre Nova York y Londres y de todo lo que hice para triunfar como publicista y asesor de imagen.

    Solo después de leer todo el libro es que miré lo que comentaban en la internet. La verdad es que sus lectores se encuentran divididos entre los que les gustaron y los que no. Después de más de cinco millones de libros vendidos, entre libros sobre la actualidad politica y otros de novela histórica, Julia Navarro decidió cambiar y escribir una novela moderna con una trama psicológica. No puedo hablar sobre los otros, de este puedo decir que me encajó, me abrió los ojos para lo que puede hacer una persona para conquistar el poder y lo que le interesa. Es verdad que siempre fue inocente y ser extranjera me hice abrir los ojos para muchas cosas, ahora esta trama me ayudo a abrir un poco más. .

    De mi punto de vista, Julia podría ter cortado partes, en momentos el libro se quedó aburrido, lento. Pero el conjunto de la escrita de Julia me gustó mucho, la forma como construyó cada personaje, su orientación de la trama del momento de la aproximación de la morte, pasando por toda la vida hasta que por fin morre y como se quedan las personas que tenía en su entorno. Todo el conjunto de la novela muy bien pensado (si bien que muy largo) en las cerca de 6mil horas de trabajo dedicadas a Thomas Spencer y su historia.

    Foto sacada del enlace: http://www.siempre.mx/2016/03/una-mirada-a-historia-de-un-canalla/

  • Livro#14 – De qué hablo cuando hablo de escribir – Haruki Murakami

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    Compré este libro pues esperaba aprender como escribir una novela o un texto mayor, me encanta escribir y quiero aprimorar mi escrita. Pasa que no conocía este autor y me sorprendió que fuese una autobiografia, pero solo así supe que Haruki tiene más de 20 libros publicados en España y en diversos otros Países, la gran mayoría con alto volume de ventas. Al princípio del libro, aun sin saber quién es Haruki Murakami, lo vi arrogante, se pasando de guapo para decir que no le importaba para nada el fato de no tener ganado un premio, pero al seguir leyendo vi que estaba al 100% engañada. Haruki tiene una personalidad y una comprensión de la escrita muy propia. Para él cualquier uno que se planteé puede escribir una novela, según él, lo más inteligente probablemente hará una o dos novelas/libros y después lo dejará. Para Haruki más que talento es necesario rutina, dedicación constante y metodología. Tengo que confesar, imaginaba que los escritores eran artistas, muy creativos que algunas veces peleaban con el dito bloqueo creativo. Haruki no está de acuerdo con esto, para él un escritor no es un artista, una persona con el habito de la lectura, algo de creatividad y trabajo puede escribir tantos o más libros que cualquier otro.

    Este libro enseña al mismo tiempo que nos conta la vida de um hombre que dejó un negócio propio, un bar con buena ganancia, para dedicarse de cuerpo y alma a la escrita, como un labor.

    Haruki es una persona crítica con el modelo de la educación japonesa, reservado y desconfiado  con el mercado editorial japonés y con diversas manías adquiridas por la imposición de una metodología de trabajo para lograr la constancia y la calidad que deseaba en su escrita. Con muchos libros publicados y premios conquistados en tantos Países, Haruki Murakami es un autor que vive de la literatura y vá por él mundo con una cantidad de aficionados por su trabajo. Es verdad que en Japón hay muchos que lo critican por su personalidad rara y reservada. Fato es que, este sencillo libro me dejó con ganas de escribir y de conocer su trabajo, para después les comentar aquí.

    Y tú, que conoce de Haruki Murakami?

    Qué ha lido que pueda me recomendar?