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  • Melhor que acabe, agora.

    A imagem que tenho tua é de um homem grande, com a cabeça enorme que podería ser sinônimo de seu grande intelecto, mas não é o que percebo. Um homem com o aspecto que não me atrai em nada, nem como amigo, muito menos como amante. Sim, pelo que sei você é um bom funcionário, toda uma vida dedicada a mesma empresa. Para mim não é um mérito, mais sim comodismo e medo de arriscar a ser algo melhor na vida. Você se satisfez com o salário recebido, a velha casa pequena e desordenada. O velho fusca, que já não anda, ali parado no corredor que leva a casa.

    Quando te conheci eu não tinha uma lata de cerveja na mão, mas você insiste em dizer para todos que sim, eu tinha. Entendo que esta é a ideia que você tem, de uma ilusão, queria que a mulher de seu amigo fosse uma alcóolatra como você. Sim, não tenho outro adjetivo para te dar. Sempre o excesso de bebida e comida, as largas gargalhadas causadas pelo alcóol, a voz forte e alta que se escuta da esquina. Não crio ilusões contigo, não pertenço e nem quero pertencer a este mundo.

    Confesso que tentei, por um bom tempo busquei formas de me aproximar, mas as pessoaws que giravam ao seu entorno, não me diziam nada. O favelês que escutava em sua casa gritava ao meu ouvido e me deixava com forte enxaqueca, tudo divergia do mundo que vivi e do colégio francês que frequentei. Não sou mais nem melhor, só busco uma vida diferente, quero viajar e conhecer a arquitetura, a cultura, os costumes. Não me contento em conhecer os bares e a comida.

    Podemos viver os dois num mesmo mundo, só não podemos estar os dois numa mesma casa por mais de 3 horas. Você não me convence e seu tom debochado me eriça a alma. Melhor que se vá, mesmo que fale que não sou cordial e educada. Que posso esperar de ti? Que compreenda que não sou feita da mesma matéria que você? Que entenda que seu amigo, por algum motivo, que nem eu mesma sei, me escolheu para estar 20 anos a seu lado? Sim, 20 anos, não entendo como chegamos tão longe. Uma criança disse, ele ao lado deste amigo sorri como nunca vi. Então que faz comigo se lhe tiro o sorriso? Melhor que acabe agora, melhor que não complete 21, nem 30. A vida é única e curta demais para viver sem sorrir e ao lado de alguém que não te alegra.

    Melhor que acabe, agora.

  • Fuja do pensamento mágico

    No caos emocional do meu dia, no momento que limpava a casa, buscando indiretamente limpar os pensamentos, pus o celular para falar, queria calar minha mente e ao final vi que o caos piorou. Escutei diversos audios do Leandro Karnal, um grande filósofo e palestrante, e acabei pensando mais sobre o que tenho feito com minha vida. Desde que cheguei aqui na Espanha, percebi que as pessoas por aqui não são creentes em energias e misticismos como eu, resultado, desde que cheguei aqui me sinto sentdo posta a prova em todas as minhas crenças. E, hoje, ouvindo o audio abaixo, me questionei mais ainda.

    No último mês, com minha relação mais intensa com o trabalho, com novos formas de atuação e entendendo o modelo de negócio com olhos limpos de pré-julgamentos e aberta ao que estava aprendendo, dando uma oportunidade para o novo, vi que o resultado foi diferente e a tendência é que tudo mude seguindo os passos do que criei com estes novos hábitos de trabalho.

    Leandro diz que os resultados são correspondentes ao esforço feito, e não à macumba, a roupa amarela da virada do ano, nem ao karma de cada um. O que colhemos é exatamente relativo ao quê e quanto planto e, a como me relaciono com as interferências do dia-a-dia, se sei usar corretamente meu tempo, as ferramentas tecnológicas, minhas emoções e meu planejamento. Por fim, depois de ouvir o audio e, com tudo o que tenho vivenciado, acredito que estou no caminho de mudanças de crenças, deixando de lado as magias em que acreditava e me baseava para explicar tudo o que me acontecia e me tornando uma pessoa prática. Existe um grande risco nessa mudança de comportamento, posso acabar abrindo caixas que estão fechadas há muitos anos e, assim posso causar uma grande revolução na minha vida e de outras pesssoas, agora o caminho já foi iniciado, não tenho como voltar atrás, posso ir devagar, mas não retroceder. Pode doer, mas ao final tenho certeza que estarei mais perto de minha verdadeira essência e quem sabe mais feliz do que estou hoje.

  • Momento intrusa.

     

    Me sinto uma completa intrusa em minha própria casa.

    Acostumada a viver em uma família reduzida, não sociável, confesso que não sei me relacionar com pessoas dentro do lugar onde vivo. Posso contar nos dedos das mãos, as vezes que recebi visitas em minha casa, as vezes que recebi família. Desde pequena fui apresentada a uma vida doméstica muito simples, reservada e solitária. Hoje, como resultado, não sei estar quando tenho pessoas na minha casa, principalmente se estas vêem para ficar dias e tomam conta dos espaços com uma naturalidade maior que a minha, como se tudo fosse deles. Neste momento cria em mim uma barreira que não consigo transporne-la e, sem a verdadeira ajuda familiar (dos poucos que vivem comigo), a barreira se torna maior e não consigo nem sair da minha cama.

    Não sei como funciona com vocês, eu tenho ritmos e rotinas matinais que gosto de seguir-las para que meu dia tenha um bom ritmo, não é uma rotina rígida, mas sim silenciosa, sentada a minha cadeira, tomando meu café com leite gelado. Não, não é um pedido meu, mas é o que meu marido me serve todos os dias e por isso tomo, sem protestar, para mim é mais sagrado o silêncio e a tranquilidade matinal que a forma como está meu café. Neste momento gosto de estar, por 5 minutos que seja, em paz, com meu cachorro ao meu lado, com a camisa e a calça posta, mas por fechar, sentada calmamente assimilando o novo dia que chega. Receber visita de férias, quando sua vida não está em sintonia com férias, quando sua conta bancária não te permite nem um centimo de gasto a maiores, é um grande transtorno. Me sinto mal por não saber reacionar a tudo isso, estou chateada por me isolar e não me sentir nem compreendida, nem amada. Me sinto decepcionada com tudo o que construí.

  • Vivemos no tempo das cavernas?

    Hoje me tocou trabalhar em Palas de Reis, uma cidade na Provincia de Lugo. Palas é uma das cidades do caminho que leva a Santiago, pelo caminho francês. É uma cidade histórica, o castelo da foto é do ano de 702, foi residencia de um rei visigodo que matou ao duque de Galícia, que havia transformado o ducado visigodo em reino. Uma história de traição dentre tantas nos períodos de guerra e disputas de poder.

    A cidade é tão pequena que tem uma rua principal e algumas transversais, paralela a principal, nada…rs. O forte da cidade é o caminho de Santiago,  vi mais albergues que negócios. Gosto desse astral de cidade pequenita, mas fico imaginando o morador daqui, ele deve cansar de viver num lugar que depende principalmente do turismo, os turistas, cada vez menos tem respeito ao lugar e às pessoas locais. a culpa não é do turismo ou turista, acho que este é só um reflexo de como está a humanidade, cada vez mais egoísta e intolerante. Avançamos tanto em tecnologias e conhecimentos que deveríamos mudar o chip das relações e fazer melhor, mas não é o que vejo.

    hoje pela manhã no trabalho fui elogiada, pelo meu dia anterior. Deveria estar feliz, acontece que o ser elogiada, causa desconforto em outras pessoas, que sentem incomodo porque atingi resultados que buscam os chefes. Sem buscar muito eu consegui,, pode ser por coincidência astral, ou porque mudei minha forma de me relacionar com a vida e com as pessoas, de verdade não sei, não tenho claro o que me fez conseguir o resultado. O que tenho muito claro na minha cabeça, a reação da equipe, que deixa de falar comigo, tomar o café e sai do escritório com a cara e a energia transformada é a única que não me agrada. Eu não posso fazer nada por eles, lamento, fiz por mim, nosso trabalho é isolado, dependemos pouco de cada colega, e sim, dependemos muito de nossa predeterminação a conquistar. Uma pena isso tudo, o ser humano por mais educado que seja, ainda tem muito o que aprender, o que evoluir. As vezes penso que mudamos pouco comparado com os homens das cavernas.

  • Post atrasado – Agosto

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    Estou muito atrasada, eu sei, já estamos no final de setembro, um mês depois. Tinha deixado este post feito no rascunho e me esqueci dele, essa é a verdade. Então, agora que encontrei, ai vai.

    Dizem que o mês de agosto é o mês dos desgostos, por isso decidi fazer dele um mês minimalista, não criei muitas expectativas, embora tinha metas para ele, que não consegui cumprir, pois trabalhei mais que imaginava. Assim, levei o mês com tranquilidade, superando dia a dia o que me aparecia.

    No trabalho escutei dos meus companheiros que era um mês horrível com as pessoas de férias e, uff, me cansei de tanta lamentação. Minha paciência não é muito grande, sou ariana. Acredito que melhor que lamentar, devemos olhar para frente e para os lados, para buscar novas alternativas, alguma forma de reverter as situações e, como nem sempre conseguimos mudar o cenário, minha dica é que relaxe e viva, espere passar o que incomoda, afinal nada é eterno. O principal nesse momento é não focar no negativo, se não consegue por um caminho busque outro, pare, respire, espere a nova maré e siga caminho.

    Com tudo isso, não quero dizer que meu mês de agosto foi maravilhoso, mas sim garanto que foi um mês de muitas descobertas e conquistas. Nem todas as minhas metas foram alcançadas, porém as que foram, são importantes.

    • Conseguimos definir a equipe de futebol que o filho vai jogar. Foi uma decisão difícil, que me encheu de ansiedade porque não queria escolher nada errado para meu filho. Resulta que com 2 semanas de treinos e alguns partidos amistosos, ele está muito feliz. Isso é o que importa!
    • Consegui dedicar tempo de qualidade para estar com a minha família. Mesmo com o sufoco do meu trabalho, os poucos momentos que passamos juntos, dedicamos para, em equipe, fazer coisas pela casa, por e para nós. Foi divertido e prazeroso.
    • Sobrevivemos a um mês com muito pouco dinheiro (a empresa me descontou um bocado pelos dias de baixa que tive quando caí e me machuquei, e não pude trabalhar). Tivemos alguns momentos tensos, sem saber como fazer, mas fomos criativos e agora o mês de agosto é todo passado.
    • Sigo com duas negociações muito importantes no Brasil, elas caminharam mais em agosto do que em todo o ano. Veremos o resultado em breve, assim espero.
    • Conseguimos manter a casa organizada, ou mais organizada do que nos últimos meses.
    • Consegui controlar minha dores. Passei um período feio, com muitas dores no corpo, e agora controlo, com a ajuda de meditação e uma medicação que em pouco tempo vou eliminar. Quem me conhece bem sabe que não gosto das medicinas. Já me basta a que sou obrigada a tomar por toda a minha vida.
    • O Ho´oponopono voltou a fazer parte da minha vida. Agora tenho mais conhecimento do método e todos os dias dedico tempo para ler e meditar. Notei uma diferença considerável na minha energia. Esta técnica se encaixa muito bem com minhas crenças espirituais, por isso não foi difícil me adaptar.

    Assim vou vivendo, a cada dia tenho a oportunidade de começar tudo do zero, fazer melhor do que fiz no dia anterior. Aprender algo novo e conhecer uma pessoa nova. Dia a dia tenho motivos para agradecer a vida.

  • BEDA #17 + Reto de los 100 días #17

    De porta em porta

    Já te contei do meu trabalho aqui na Espanha?

    Toda pessoa que vai mudar de País tem que estar preparada para tudo o que possa aparecer em sua vida. Se, um dos objetivos da mudança é começar uma vida nova e buscar trabalho no novo País, é importante que venha legalizado. Eu recomendo!!! Acreditamos que chegando em outro País a vida rapidamente se organizará e, muitas vezes acreditamos que vamos encontrar as oportunidades dos sonhos fora da nossa casa Brasil. Acreditamos nas histórias dos filmes, só pode ser. Em partes, eu também acreditei, pois vim pra Espanha com documentos, marido e filho espanhóis, e lugar próprio para morar. Pensava que chegaria aqui e qualquer empresa me contrataria, pois tenho experiência no Brasil com grandes empresas, grandes contas e que seria uma vendedora que em 1 mês já estaria trabalhando na melhor gráfica local e ganhando bem. Inocente!!!! A realidade foi outra. Demorei para conseguir um trabalho e o primeiro não foi nada bonito, a situação de trabalho era tão ruim que não coloco esta experiência no meu currículo e não suportei mais do que 15 dias ali.

    Percebi melhor a situação, quando perdi uma oportunidade de trabalho que colocava como requisitos mínimos coisas que para mim eram mais que garantidas; comercial bilingue  português/espanhol além de ter conhecimentos técnicos de processos de impressão. Vamos combinar? O Universo conspirava a meu favor, este anuncio tinha sido criado pra mim, eu era a pessoa que eles buscavam e, esta era a vaga que eu buscava. Estava super radiante, passei pela primeira entrevista, com uma pessoa de Madrid, não tive nenhuma dificuldade para falar o espanhol, nem para compreender o que a pessoa falava. Fiquei super confiante acreditando que naquele meu segundo mês de Espanha eu já seria contratada por uma multinacional e seria a pessoa de vendas de todo o norte da Espanha. Nada me assustava, estava confiante. O tombo foi duro, não acreditaram que eu seria capaz, por ser mulher, mãe e estrangeira, deram a vaga para um homem espanhol, que tinha bem menos conhecimento técnico que eu. Não digo que isso passe em 1100% dos casos, mas sim garanto que em muitos casos, preferem primeiro dar a vaga para uma pessoa local, de nascimento e vida. Hoje depois de 2 anos de Espanha, tenho isso claro, pois escutei de diversas pessoas. Já ouvi muitas histórias e conheci muitos estrangeiros por aqui, a maioria conta o mesmo.

    Fato é, meu currículum aqui não era valorado e, algumas vezes não foi considerado, pois minha experiência não é local, não é possível pedir referencias ao meu antigo empregador ou a seguridade social (que seria o nosso INSS). Aqui, como não temos uma carteira de trabalho, para comprovar que trabalhamos nas empresas que informamos no currículum, pedimos para a seguridade social um relatório que indica todos os pagamentos da contribuição social e porque empresa foi feito. Como eu não tinha, não conseguia comprovar.

    Para começar a me movimentar por aqui e ganhar algum dinheiro, fui trabalhar como extra num hotel 5 estrelas. Ali me consideravam velha, pois só contratavam fixo as mulheres com menos de 30 anos, as outras eram chamadas para momentos específicos de alta, na época do verão. Ali fiquei 4 meses. Sai porque ganhava muito pouco e sobria muito de dores no corpo. O trabalho de camareira, embora parece ser simples, não é. A exigência é alta por qualidade e velocidade. Eu não conseguia. A falta de experiência e a minha coluna toda destruída não me permitiam fazer com agilidade, só cumpria o requisito da qualidade, mas o outro era fundamental. Sabia que ao final do verão não ficaria e sai, fui trabalhar no bar que montamos por indicação. Este foi o pior período de minha vida aqui na Espanha. Trabalhávamos todos os dias de 07:30h até no mínimo 22 horas. Não descansávamos, não passeávamos e ganhávamos muito pouco dinheiro. Não compensava a quantidade de trabalho e estresse para tão pouco dinheiro. Fechamos o bar e comecei a trabalhar na empresa que já estou há 8 meses.

    Esta empresa tinha me chamado para uma entrevista na semana que assinamos o contrato do bar, por isso recusei a oferta naquele momento. Agora, depois de fechar o bar, ela me chamava novamente e queria que começasse de imediato. Ali fui. Hoje vendo sistemas de alarme para o pequeno comércio, casas e apartamentos, a maiores de um\ tele assistência. O modelo de venda é feito exatamente como na foto acima. Chamando casa a casa, negócio a negócio, apartamento por apartamento. Para se dar bem nesse tipo de venda as exigências são muito elevadas:

    • resistência a pressão;
    • resistência aos nãos e frustrações;
    • a pessoa não pode ter vergonha e nem se dar desculpas por não fazer as tantas mil portas ao dia, afinal são estas tantas portas é que farão com que um número muito pequeno de pessoas ter escutem por completo e, um número ainda menor, de pessoas que te deixem falar de preço.

    Nesse trabalho não há tempo ruim, seu animo, sua determinação, sua capacidade de argumentação e a resistência sempre devem estar no mais alto nível. Você tem que ser capaz de se auto motivar a cada segundo. O que não é fácil, confesso que alguns dias me venho a baixo, principalmente quando lembro o trabalho confortável que fazia. Mesmo com as largas noites que passei em gráfica, minha vida anterior sempre foi muito mais fácil que a de agora. Como sempre, gosto de pensar muito na vida, questionar, analisar. E rapidamente percebi que não tenho outra opção, ou encaro, ou encaro. Esta é a minha única opção de vida, o dinheiro não nasce em  árvores, como dizia minha mãe.

    Quando estive no bar, acabei ficando com uma depressão muito forte e precisei tomar remédio. pois é, conversando com meu médico de cabeceira aqui na Espanha, chegamos a conclusão que não deveria ter parado, preciso desta medicina. Por alguma questão meu organismo não está se relacionando bem com tanta mudança, tanta exigência, tanta dificuldade, tudo inerente a uma vida nova, num País novo. E, foi assim que voltei a tomar a pastilha da depressão. Voltei hoje. Sei que os próximos 15 dias serão complicadinhos, a adaptação do corpo a este remédio é difícil. Mas vou superar, sou guerreira e vitoriosa. Já venci muitas e esta vencerei também!!!

    Se quiser conte aqui, nos comentários suas experiências profissionais fora do Brasil. Quem quiser pode contar suas histórias de superação da depressão. Vou adorar conhecer algo de cada um de vocês.

    Um grande beijo.

     

  • BEDA #2 + Reto de los 100 días #2

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    Buff, hoy tengo que decir, me desperté con muchisimo cansacio  y dolor en las piernas, pero, nada puede me impedir de seguir mi vida, trabajar, conquistar mis ofertas y ventas de hoy. Hoy puede ser que tenga que me dedicar más, pero, sea como sea, al final del día terei vencido la dolor y la pereza, no teré procrastinado. Con o sin ventas, ese será mi mayor logro del día.

    Entonces, lo que quiero te decir en este post? No quiero me lamentar de mi dolor, ni poner justificativas para me quedar a casa. Mas sin, recordar a mi misma, y a ti, si necesario for, que no podemos permitir nos abater. Hay días que serán más dificiles que otros. Hay días que no tendremos la alegria o ganas necesárias, pero tendremos que encontrar la fuerza para sacar adelante.

    Estoy en busca de ser una persona mejor a cada día, y unas de las cosas que hago por ese objetivo está aqui, sí este blog, donde escrivo mis pensamientos. La mejora no viene facil, ni viene de la noche para el día, hay que batallar. Hay días que molesta más y hay que tener fuerza de voluntad para resistir las tentaciones de estar a cama, leendo, dormindo o mirando la televisión.

    Y tu? Qué puedes hacer para que este día sea mejor que el de ayer? Qué puedes hacer para cambiar lo que te molesta? No te propongas objetivos grandes, afinal, para llegar al topo de un edíficio tenemos que subir paso a paso. Proponga una meta, un objetivo pequenino para cada grande objetivo que tengas. Yo, para llegar a mi objetivo de ventas deste mes, tengo que empezar por hablar con los clientes hoy, 1 a 1 voy a conocer, hablar y procurar les encantar con mi presencia para al fin, conquistar mis objetivos de llevar mi servicio a cada uno. Uso mi ejemplo de ventas, de mi trabajo, pues es lo que tengo más a mano para comentar, pero tenga la certeza, lo mismo hago con mis objetivos personales. Otro ejemplo, tengo ganas de conocer a Holanda, para eso que necesito? Vacaciones y dinero, verdad? Los tengo ahora? No. Luego, tengo que trabajar para ahorar dinero para mi viaje y para tener mi periodo de vacaciones. Con las facilidades que el mundo de hoy nos pone, muchas veces, queremos que las cosas sean más faciles, sensillas, pero, no lo son. Y tenemos que conquistarlas y trabajar por ellas minuto a minuto.

    Venga, me gustaria que me comentase lo que piensa desto. Que haces por tus objetivos personales? Estás haciendo todo lo que puede o en momentos te quedas ahí parado y sin foco?

  • Agosto

    aguarelas_coloridas_Dean_Crouser_13dizen que agosto és el mes de los desgustos.

    dizen que és triste pues antecipa el fin de verano para los del norte.

    para mi, agosto és vacaciones y esperanza.

  • Novo BEDA e reto dos 100 dias

    Vai-ter-BEDA-augustChegando Agosto e para espantar os males que dizem vir com Agosto, resolvi ocupar meus dias com dois retos. O primeiro é postar todos os dias um texto aqui no BLOG, Blog Every Day in August. Esse em si já um reto duro, pois com meu horário de trabalho vou passar umas boas, pra conseguir, mas o farei.

    O segundo reto que me coloco dura um pouco mais de tempo, serão 100 dias para fazer por um objetivo. Não sei se vocês já ouviram falar deste reto. Muitas pessoas entram para emagrecer ou melhor seu aspecto físico e, por 100 dias fazem vídeos, fotos ou o que seja para mostrar o trajeto rumo ao objetivo traçado. Eu farei, não pela aparência física, mas sim por mim, pelo meu EU. Influenciada pelo livro que estou lendo e, que fiz uma resenha num post anterior, farei o reto buscando uma vida mais feliz. A cada dia farei algo para me sentir melhor comigo mesma, acreditando e superando as dificuldades diárias. Como no livro, vou em busca da minha felicidade.

    100 dias felicesNo primeiro mês, farei um post único, para falar do reto dos 100 dias e ao mesmo tempo, o BEDA. Quando tiver um pouco de tempo, farei dois posts separados, mas tudo sem culpa. Vou buscar o tempo todo disfrutar de cada post e cada situação que me aconteça nestes 3 meses e dois retos em que me coloquei. Espero que vocês também desfrutem, lendo os textos.

    Espero a todos por aqui, curtindo e comentando. Quem quiser se unir, fique a vontade para comentar sua experiência.tank you 2

     

     

  • Hay días

    HAY DIAS 2

    Hay días que perco el foco.

    Hay días que perco las fuerzas.

    Hay días que como las nuves, algo camina por mi y me deja así,

    con el lloro atragantado.