
Hay días que perco el foco.
Hay días que perco las fuerzas.
Hay días que como las nuves, algo camina por mi y me deja así,
con el lloro atragantado.

Hay días que perco el foco.
Hay días que perco las fuerzas.
Hay días que como las nuves, algo camina por mi y me deja así,
con el lloro atragantado.
Hay un termo en español que me encanta, este más que otros, porque el castellano tiene unas palabras y frases muy simpáticas.
“Mariposa en el estomago”, tener la sensación de que el estomago está lleno de mariposas. És lo mismo que decir que tiene mucha ansiedad, pero ansiedad por cosas buenas, que te emocionen, mismo que tenga miedo, pero te apasiona.
Que ganas tengo de sentir mariposas en mi estomago, atualmente sinto presión y dolor en mi estomago, más por la tensión de los días y de los problemas.
Cuando nos enamoramos sentimos, cuando estamos por concretar un sueño también. Creo que este año pueda sentir mariposas en mi estomago, por lo mínimo 2 veces, cuando mis conquistas y sueños se concretaren.

Se Deus estivesse aqui ao meu lado eu pediria para não cometer mais erros, eu tenho um medo absurdo de na minha velhice não ter onde morar, nem o que comer. Pediria para cuidar de minha família, em especial da minha mãe que não sei como lidar com suas questões e do meu filho, que ainda é pequeno e temo pelo seu futuro.
Sim, pediria por mim, que me dê a fé e a certeza de que nunca ficarei com fome e que sempre terei uma cama para dormir, abrigada do frio, da chuva e dos perigos da rua. Mas não sei se pediria muito mais que isso, embora tenha sempre sonhado em ter muito dinheiro. Quando era mais jovem, pedia para ganhar na loteria. Sonhava em comprar uma casa grande, decorá-la com muitos poucos móveis, mas todos de muita qualidade e ver espaços livres e brancos, para que eu pudesse me sentir livre. Nesse sonho sempre via a conta bancária com muito dinheiro, muito mais do que eu poderia necessitar em minha vida. Olhava para o lado via uns poucos amigos, todos com seus problemas financeiros resolvidos. Minha amiga Glória com um lugar seu para morar, sem ter que enfrentar as discussões do dia-a-dia. Minha mãe com dinheiro na conta, para não sentir o medo e a angustia que lhe tocam a alma. Ele com dinheiro para resolver os problemas familiares e para pagar o seu apartamento, não tendo que ficar no desespero da Caixa sem pagar. A ONG que gosto, que faz as operações nas crianças? Sim, esta teria dinheiro garantido por muitos anos, para poder ajudar muitas outras crianças, faria doações mensais e anônimas, não quero publicidade com meu nome. O mesmo faria com a Instituição onde conheci ao L.F., eles precisam de ajuda, são muitas bocas para alimentar e uma casa muito grande para manter, seguro que faria doações mensais e anônimas. Não quero ser política, só quero um mundo melhor.
Pra mim? Não preciso de muito, garantia de comida pelo resto de minha vida, casa ampla, simples e confortável, com muita luz. Preciso de um quarto amplo para caminhar ao redor da cama, um armário com poucas roupas e luz, muita luz. Tudo branco. Um escritório, colorido pelas capas dos livros, com uma mesa, um computador com a impressora e uma confortável poltrona para que possa ler. Teria uma rotina em que dedicaria parte do meu dia ou noite a leitura e escrita. Não sei se viveria desta arte, mas viveria por esta arte. Uma boa música, um bom filme, um bom vinho para reflexionar e escrever. Provavelmente me isolaria um pouco do mundo, pois o vejo feio, triste, egoísta. Buscaria a beleza na natureza. Todos os dias tomaria meu café na varanda, vendo as árvores. Com meu cão, fiel amigo sentado aos meus pés. Acho que teria outros 3 ou 4 cachorros, de raças distintas, todos soltos pelo jardim, vivendo a vida em paz e alegria, sendo mimados como, hoje é o meu Rufus. Rufus não perderia seu posto de queridinho da casa, duvido que no mundo haja um cão mais amado e mimado que este. E sim, ele ganharia um grande presente, uma casa ampla, com um jardim enorme para ele correr e reinar, como o cão mais velho e querido. Imagino Rufus nessa casa, contente, correndo, olfateando, e pulando feliz como já o vi em uma casa em Portugal. Aquela casa me bastaria, 3 quartos, uma ampla sala conjugada com a cozinha e um quintal/jardim, muito maior que toda a casa. Viver a vida com a simplicidade que hoje não posso ter, porque tenho que correr e matar 3 leões por dia.
Se Deus estivesse aqui, pediria para acabar com o dinheiro no mundo, assim meus medos iriam embora e eu ficaria em paz. O que eu quero é pouco, não é luxo, não é uma Ferrari nem a roupa de moda. Eu quero uma casa no campo com o jardim maior que a casa, para deitar no chão e ver o dia passar e o Rufus correr.
Se Deus estivesse aqui, pediria para resolver o problema que tenho hoje, aquele problema… Os outros, não são nada. E Deus toca no meu ombro e diz, mas Eu estou aqui, por que você não me pede? E eu, envergonhada, olho para o chão e no fio de voz que me sai da boca peço, me ajuda, resolve este problema e coloco os papéis em Suas mãos. Ele olha e sorri para mim.

sua imagem está gravada em meu peito. fecho os olhos e te vejo, abro os olhos e sinto sua presença. muitos anos já se passaram e você aparece em meus sonhos como um fantasma. que faz? que quer de mim? hoje a vida é outra, os caminhos se distanciaram, seguimos vidas, distantes, mas ligadas por um fio invisível que não sei se você percebe, mas eu sinto a tensão.
num outro momento de sua vida, que você sofria mudanças, não sei porque mesmo a distancia, te senti e pressenti. e agora, novamente, você vem. te quero, te desejo por perto, te escuto e te sinto, mas não te tenho.
quero, mas não posso te ter, tento entender, mas meu corpo não entende e estremece com o simples pensar em ti. penso e sinto seu cheiro esquecido, sinto seu toque quente. sim, você está aqui e, eu ai com você, te vendo com ela e chorando sabendo que não me sente, não me nota, não me sente. mas eu sigo te querendo, mesmo que não possa te ter.
by Roseana F. Saraiva
Filho não é o que nasce de você, filho é o que vive em seu coração.
Amor vem com o olhar, não com o sangue.
Olhe nos olhos de quem está ao seu lado e ame, como uma pessoa que merece respeito, aceite as diferenças, no final somos todos iguais, do pó viemos e ao pó voltaremos.
Abra seu coração para o novo, permita-se nascer a cada dia, junto com o novo dia novas oportunidades virão e você terá a chance de fazer e ser melhor que no dia anterior.
Hoje eu comemoro os 12 anos da pessoa que conheço há 7 anos, e que mudou minha forma de olhar o mundo. Tem dias que com mais paciência, outros com mais agito, outros ainda com menos e mais amor, mas sempre, com a certeza que nascemos para dividir uma vida, ele me ensinando o que há de novo e eu, ensinando a ele o que há de velho. Ele me ensinou que devo sempre sorrir e esquecer a dor, e eu lhe ensino que ele nunca deve deixar de sorrir mesmo quando os hormônios do corpo começam a querer romper modelos de uma infância divertida. Eu brigo e peço que seja organizado, ele se zanga e diz que não pode, que é menino, moleque, maluquinho e que esse seu jeitinho é que conquista as meninas. “- Que meninas? Você só tem 12 anos!” – eu respondo. Ele ri, e diz que são os tempos modernos.
Não sei sei os tempos estão modernos, se estou velha ou cansada. Sei que te amo e a cada dia mais quero você pra sempre ao meu lado. Nem que o pra sempre seja um piscar de olhos e uma fotografia nossa, no computador velho, jogado na gaveta e que será encontrado por seus filhos, que talvez nem conheçam a avó. Mas eu estarei no céu, como uma estrela ou borboleta, seguindo os passos do meu amor que hoje, completa 12 anos e vai brilhar muito por esta vida.
Te amo, simples e profundamente. Te amo, sua eterna mãe.
Da minha janela vejo a vida pasar, pessoas subindo e descendo a rua, carros acelerados.
Verão dias longos., turistas que chegam e enchem a cidade de movimento e alegria.
Caminhantes. Peregrinos. Sonhadores. Cansados e saudosos.
Hoje um grupo chegou, ruidoso. Eram 5 homens em seus cavalos elétricos, acelerando e freando, descendo a rua com seu canto descompassado de uma vida na estrada que vira cidade. A vida destes homens se mistura com os moradores e aquele barulho se perde no silêncio da caminhada.
Faz sol, eles chegam coloridos, casacos de proteção, capacetes histéricos e panos cobrindo bocas e narizes, contando histórias da estrada percorrida. Que vontade, vontade de montar numa garupa e seguir até o fim da terra, Fisterra, onde a terra acaba em penhasco, junto ao farol e ao mar. Ali onde posso jogar às águas todas as minhas dúvidas. Ali onde o sol me banha com as certezas de um novo dia.
por Roseana F Saraiva